• 1
  • 2
  • 3

Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Dário Botas

Como morrer em Cristo tem mais valor do que nada.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Sermões e Estudos

José Carvalho 24MAI26
O valor da comunicação

Tema abordado por José Carvalho em 24 de maio de 2026

Carlos Oliveira 22MAI26
Assistolia

Tema abordado por Carlos Oliveira em 22 de maio de 2026

Lucas Quental 17MAI26
Cristãos ou discípulos?

Tema abordado por Lucas Quental em 17 de maio de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:4

Estudo realizado em 20 de maio de 2026

ver mais

30-08-2025 - Homem que viveu como mulher diz que pessoas trans têm ‘traumas não tratados’

     Homem que viveu como mulher diz que trans têm ‘traumas não tratados’

 Walt Heye agora e antes

 

     Walt Heyer, de 84 anos, afirma que pessoas que enfrentam conflitos com a sua identidade de género precisam examinar as causas profundas desses sentimentos para compreender e aceitar quem Deus quis que fossem ao criá-las.

     Heyer viveu por oito anos como mulher e destransicionou há cerca de quatro décadas. Atualmente, ele lidera um ministério e administra o siteSex Change Regret” (Arrependimento pela Mudança de Sexo), onde relata ter auxiliado milhares de indivíduos que se arrependeram de procedimentos de transição de género.

     Heyer e a Dra. Jennifer Bauwens, diretora do Centro de Estudos da Família do Family Research Council, falaram sobre o conteúdo do seu novo livro, intitulado Embracing God’s Design (“Abraçando o Desígnio de Deus”). A obra trata de aspetos espirituais e psicológicos relacionados com a identidade transgénero e apresenta um panorama crítico das mudanças culturais e clínicas nas últimas décadas.

      Segundo os autores, o ativismo político influenciou padrões diagnósticos e abordagens éticas na área da saúde mental, prejudicando o cuidado com pessoas que enfrentam confusão de género. O livro destaca figuras centrais do movimento transgénero e propõe que o tratamento deve buscar as causas da crise de identidade. Os autores também oferecem orientações a familiares e amigos sobre como acolher e acompanhar quem passa por esse tipo de sofrimento.

     Jennifer Bauwens, que tem experiência como terapeuta e pesquisadora na área de traumas, afirmou que há correlação entre experiências adversas na infância e casos de disforia de género. “Quando se analisa os dados, cerca de metade daqueles que se identificam como transgéneros também relatam algum tipo de abuso, seja emocional, psicológico, físico ou sexual”, declarou Bauwens.

     Ela alertou ainda para mudanças nos padrões profissionais de aconselhamento, que atualmente priorizam a chamada “afirmação de género” sem tratar traumas anteriores: “Na verdade, não se trata apenas de negligência médica, é quase criminoso tratar alguém com um procedimento cirúrgico que claramente se enquadra no perfil de alguém que sofreu abuso grave”, disse. “A automutilação e a ideação suicida são experiências muito comuns entre pessoas que sofreram abuso.”

     Heyer relatou que sua própria experiência de confusão de género começou ainda na infância. “A minha avó travestia-me secretamente e ela apoiava-me. Ela fez um vestido de festa roxo de chiffon para mim, e isso foi segredo durante dois anos e meio”, contou. Quando seus pais descobriram, a disciplina intensificou-se, especialmente vinda do pai. Pouco depois, um adolescente da família abusou sexualmente dele. “Foi aí que o trauma entrou”, afirmou.

     Na juventude, Heyer passou a identificar-se como mulher. Aos 20 anos, tornou-se alcoólatra e, aos 40, foi diagnosticado com disforia de género. Ele passou por cirurgia de transição e viveu como “Laura Jensen” durante oito anos. Posteriormente, concluiu que o diagnóstico não levou em conta os abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos ao longo da vida.

     “Trabalhei com milhares de pessoas nos últimos 20 anos. E quando trabalho com elas, pergunto sempre: o que vos fez não gostarem de vós mesmos?”, explicou Heyer sobre sua atuação ministerial. Ele disse que, ao aprofundar essas conversas, surgem relatos de abusos e rejeições. “Elas foram abandonadas. Estavam em lares adotivos. Aconteceu algo que as fez não gostarem de quem são. Não é uma questão de género.”

     Heyer atribui a Deus a transformação na sua vida. “Foi o Senhor quem redimiu e restaurou minha história”, disse, reconhecendo também a ajuda de conselheiros cristãos que o apoiaram no processo de recuperação, tanto da dependência alcoólica quanto da identidade de género.

     Para os autores, a questão de género está inserida em uma disputa espiritual mais ampla. Bauwens declarou: “O movimento de género não se trata apenas de apagar o masculino ou o feminino. Trata-se, na verdade, de apagar a própria imagem de Deus e da família, porque a família é o primeiro lugar onde aprendemos sobre segurança, proteção, e há atributos de masculino e feminino que Deus incorporou de forma única no nosso ADN, no nosso projeto”.

     Ela defendeu que a crise de identidade afeta diretamente a saúde mental das novas gerações. “Quando se apaga o próprio desígnio de Deus numa geração, ficamos com pessoas sem identidade, sem rumo, sem a noção de que há um propósito maior na vida”, declarou Bauwens. “Há muito mais em jogo na batalha que estamos a enfrentar. E é realmente uma boa luta de fé que estamos a abraçar aqui.”

     “E criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.” – Génesis 1:27

- in Fax News Digital

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

_________________________________________

NOTA de esclarecimento importante:

Esta secção de notícias é exatamente isso, e tão somente isso: notícias, visando informar o povo de Deus do que vai acontecendo no mundo. Não significa que subscrevamos princípios, práticas e costumes associados às mesmas. O resto do portal esclarece bem e com rigor o que realmente cremos à luz das Escrituras bem manejadas.

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

  • Avenida da Liberdade 356 
    2975-192 QUINTA DO CONDE 





     
  • geral@iqc.pt 
  • Rede Móvel
    966 208 045
    961 085 412
    939 797 455
  • HORÁRIO
    Clique aqui para ver horário