06-10-2025 - Estudante cristão silenciado e expulso do “Tempo Social” da escola por partilhar a sua fé

Caso levanta debate sobre liberdade religiosa e expressão nas escolas públicas dos EUA
Um estudante cristão do ensino secundário no estado do Arkansas afirma que os seus direitos constitucionais de liberdade de expressão foram violados, depois de ter sido silenciado por falar sobre Jesus durante uma reunião virtual da escola.
"Quero apenas falar do Evangelho"
Zion Ramos, aluno do 11.º ano da Arkansas Connections Academy (ARCA), quer que lhe seja reconhecido o direito de falar da sua fé e que os funcionários da escola recebam formação sobre liberdade religiosa.
O grupo jurídico First Liberty Institute, especializado na defesa da liberdade religiosa nos Estados Unidos, apresentou uma reclamação formal à escola em nome do jovem.
Dois minutos sobre o Céu e o Inferno
Durante uma sessão de “Tempo Social”, uma reunião diária de 30 minutos em ZOOM para conversa livre entre alunos, Ramos sentiu-se encorajado a comunicar uma breve mensagem cristã.
“Olá, chamo-me Zion. Não vou demorar muito, mas tenho algo muito importante para vos dizer...”, começou ele.
Falou sobre a brevidade da vida, o Céu e o Inferno, e a necessidade de aceitar Jesus Cristo.
Mas antes de terminar, a professora responsável, Sra. Kelsey Reid, silenciou-o sem aviso e acabou por expulsá-lo da reunião.
Pouco depois, encerrou totalmente a sessão.
"Não é a forma certa de falar"
Mais tarde, a professora enviou uma mensagem privada ao estudante
“Não te removi por causa do conteúdo, mas pela forma como o partilhaste. Temos pouco tempo para os alunos interagirem e não podemos usar o Tempo Social como plataforma para discursos.”
Sugeriu ainda que Zion usasse a secção de chat para expressar as suas crenças — mas, segundo o First Liberty, “a maioria dos alunos não lê o chat, que se torna confuso com mais de 100 participantes”.
"Foi censura religiosa", afirma grupo jurídico
O First Liberty Institute alega que a ARCA violou os direitos da Primeira Emenda do estudante, censurando a sua expressão religiosa num espaço onde outros colegas falam livremente sobre diversos temas.
“As escolas públicas não são zonas livres de religião”, afirmou , advogada do First Liberty.
“Ao censurar a fé no ambiente escolar, marginalizam estudantes como Zion, que apenas querem falar do Evangelho aos seus colegas.”
Pedido formal de reparação
O grupo jurídico exige que a escola:
-
Permita que Zion fale durante três minutos sobre a sua fé num futuro “Tempo Social”;
-
Forme os funcionários em matéria de liberdade religiosa;
-
Garanta que nenhum aluno seja novamente censurado por expressar convicções religiosas.
A Arkansas Connections Academy tem até 10 de outubro para responder, sob pena de enfrentar ações legais adicionais.
A CBN News contactou a escola para obter uma declaração, mas não obteve resposta imediata.
✦ "As escolas públicas não são zonas livres de religião."
— Kayla Toney, advogada do First Liberty Institute
- in CBN News
_________________________________________
NOTA de esclarecimento importante:
Esta secção de notícias é exatamente isso, e tão somente isso: notícias, visando informar o povo de Deus do que vai acontecendo no mundo. Não significa que subscrevamos princípios, práticas e costumes associados às mesmas. O resto do portal esclarece bem e com rigor o que realmente cremos à luz das Escrituras bem manejadas.




