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Como morrer em Cristo tem mais valor do que nada.

José Jacinto Carvalho

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16-11-16 - Avivamento chega a tribo que antes adorava o diabo

Pigmeus

     Pela primeira vez em séculos, as tribos africanas remotas da etnia Batwa estão a ouvir o nome do Senhor Jesus Cristo. Eles são pigmeus e vivem no extremo sul do Uganda, na reserva florestal de Bwindi. O povo era chamado de os “guardiões da floresta”, por manterem distância da vida nas cidades. Tradicionalmente eles viviam em cavernas e árvores, sobrevivendo a partir da caça e da apanha de frutas.

     Tudo mudou em 1992, quando o governo ugandês decidiu transformar a região em um parque nacional. Logo em seguida, recebeu o título de Património da Humanidade, por causa dos gorilas ameaçados de extinção que vivem ali. Por causa disso, os batwa foram expulsos, tornando-se assim os primeiros “refugiados ambientais” de que se tem notícia.

     Sem direito à terra, sem comida, sem roupas e sem abrigo, eles tentaram adaptar-se ao mundo moderno, mas não conseguiram. Sofriam muito preconceito por causa de sua baixa estatura e cultura rudimentar. “As pessoas não lhes queriam dar emprego pois pensavam que esses pigmeus eram animais”, explicou o missionário Tugume Gerald. Ele e a sua esposa, Barbara, decidiram intervir e ajudar alguns desses batwa.

     O casal mudou-se da capital Kamapala, onde viviam, para a pequena aldeia de Kisoro, localizada na fronteira com a parte da selva equatorial que foi transformada em reserva. Ali, iniciaram o seu ministério entre os pigmeus.

     “Comecei pregando a mensagem de esperança a quem não tinha qualquer esperança”, lembra Gerald. Aos poucos ele foi conquistando a confiança e pregava para um número cada vez maior de batwas.

     Jovanis Nyirakayanje foi uma das primeiras convertidas. “Foi a primeira vez que alguém nos falou sobre Jesus”, disse a anciã à CBN News. “Nós fumávamos, bebíamos, fazíamos bruxaria”, lembra. “Éramos adoradores do diabo. Éramos servos do diabo, mas então ouvimos que Cristo morreu por nossos pecados, e isso mudou nossas vidas!”, comemora.

     Ela começou logo a evangelizar os pigmeus.

     Em pouco tempo foi inaugurada a primeira igreja batwa conhecida.

     Agora os missionários estão dedicando-se a cuidar de uma escola para crianças pigmeus. Os pais, antes caçadores, estão a aprender a ser agricultores. A pobreza e as dificuldades enfrentadas por eles ainda são enormes.

     Tino Qahoush, um cineasta cristão sueco, foi até ao Uganda para produzir um documentário sobre o avivamento entre o povo Batwa. Ele acabou por envolver-se no ministério entre os pigmeus. Ele contactou igrejas na Suécia para ajudar e conseguiu comprar material escolar, sapatos e roupas para as crianças. Agora estão com um projeto para construir mais casas para os pigmeus.

     “O que eu gosto neste ministério é que ele é dirigido pelos próprios batwa. Eles formaram um conselho e estão a cuidar do seu próprio povo”, disse Qahoush à CBN News. “E nós só queremos capacitá-los e dar-lhes alguns recursos para que continuem em frente.”

     Ninguém sabe ao certo, mas estima-se que ainda existam dezenas de milhares de Batwa que ainda não ouviram o nome do Senhor Jesus Cristo. “Assim como Cristo me transformou, creio que a Sua mensagem de salvação irá mudar a vida da minha tribo”, disse Nyirakayanje.

     Enquanto isso, Tugume pede que cristãos de todo o mundo se juntem a ele em oração pelo trabalho entre um dos grupos étnicos mais inacessíveis do mundo.

- in Gospel Prime

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"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
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a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
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