17-02-09 - Bactéria antiga pode ter sido causadora da longevidade fenomenal de que a Bíblia fala
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Já alcunhada de “Viagra pré-histórico,” experiências feitas com ratos revelam que ela aumenta o estado de alerta mental, valentia física e actividade sexual, com as fêmeas, de acordo com o relato, a terem crias na velhice.
Cientistas na Rússia, América e Japão estão a trabalhar em estudos de ADN que poderão conduzir a tentativas para clonar tanto mamutes quanto rinocerontes lanosos, trazendo-os de volta dos mortos.Depois de uma expedição à “Montanha Mamute” – um cemitério remoto de criaturas pré-históricas na região gelada de Yakutia, Sibéria – o Professor Anatoli Broushkov da Universidade de Tyumen disse: “Nós temos encontrado o que parece ser uma bactéria muito antiga que ainda vive no solo arenoso das camadas de terra congeladas.
“Nós descodificámos uma parte do ADN, e os resultados preliminares confirmaram que não há registo de tal bactéria no mundo.
“Trata-se de um evento realmente único, absolutamente extraordinário, pois os cientistas nunca antes tinham conseguido provar tal vida fenomenalmente longa de uma bactéria.”
A bactéria foi localizada na mesma camada de terra congelada onde os cientistas descobriram os restos dos extintos mamutes, mas eles não crêem que haja uma ligação com estas criaturas.
Os mamutes viveram desde há cerca de 4,8 milhões de anos até há cerca de 4.500 anos.
Os cientistas Russos dizem que a idade da bactéria é de 3 a 5 milhões de anos de idade, mas que os primeiros resultados das experiências de laboratório são vistas como sensacionais.
“Fizemos um conjunto de testes e os resultados provam que organismos simples como insectos da fruta e ratos vivem mais tempo depois de serem vacinados com o extracto da antiga bactéria,” disse o Professor Broushkov.
“Nós multiplicámos a bactéria e testámo-la num laboratório típico de sistemas de vida biológica,” disse a cientista Vera Samsonova.
“Alguna ratos idosos demonstraram um crescimento da actividade física, mental e sexual, enquanto algumas fêmeas tiveram mesmo crias na sua velhice, numa idade equivalente a 70 anos.”
O Professor Broushkov disse: “Nós não podemos prometer a loção da imortalidade, mas realisticamente, se descobrirmos porque é que esta bactéria vive tanto tempo, terá implicações nas curas anti-envelhecimento.
“Mesmo que consigamos prolongar a vida por mais dez anos, será fantástico.”
Ele disse que já foi manifestado interesse por oligarcas Russos loucos por investir no desenvolvimento de possíveis fármacos anti-envelhecimento.
Mail Online
Os atacantes da Bíblia têm dito que “não há provas científicas de ter sido possível as pessoas no passado terem vivido as centenas de anos de que as Escrituras falam em Génesis.” Ora aqui têm mais uma descoberta da ciência que, no mínimo, mostra que o que a Bíblia diz afinal não é nada de irracional e de ilógico. As descobertas científicas têm sempre vindo dar razão às declarações das Escrituras.
Cada vez mais, as descobertas científicas – mesmo as que se apresentam encapotadas com gíria evolucionista e recheadas de possibilidades e intenções “Frankensteinianas”, como é aqui o caso – surgem em apoio dos registos Bíblicos. A notícia, mais do que nos surpreender com a existência de “mamutes extintos” ou de nos levar a questionar a datação geológica apresentada, ou as tentações que a descoberta provocou, fez-nos lembrar as muitas referências que o Pentateuco faz à longevidade da vida humana. Metusalém, o homem mais velho citado viveu 969 anos (Gén. 5:27).
Até há cerca de setenta anos atrás os atacantes da Bíblia ridicularizavam a declaração da Bíblia de que a terra arderá, por então pensarem tal coisa ser uma impossibilidade. Mas com a descoberta da bomba atómica e das armas nucleares ninguém hoje tem dúvidas que só é preciso premir alguns botões para que isso aconteça.
A Bíblia é digna de toda a confiança. “…sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso …” (Romanos 3:4).
Jesus disse: "O céu e a terra passarão, mas as Minhas palavras não hão-de passar" (Mateus 24:35)





