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Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Dário Botas

Como morrer em Cristo tem mais valor do que nada.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Sermões e Estudos

José Carvalho 24MAI26
O valor da comunicação

Tema abordado por José Carvalho em 24 de maio de 2026

Carlos Oliveira 22MAI26
Assistolia

Tema abordado por Carlos Oliveira em 22 de maio de 2026

Lucas Quental 17MAI26
Cristãos ou discípulos?

Tema abordado por Lucas Quental em 17 de maio de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:4

Estudo realizado em 20 de maio de 2026

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23-02-09 - As raízes do Carnaval

carnaval_sagrado_profano.jpg     “Muita gente espanta-se ao saber que quem inventou o Carnaval foi a Igreja Católica Apostólica Romana. Tudo começou no ano 604 A.D., quando o papa Gregório I determinou que todos os anos os fiéis deveriam dedicar-se, durante 40 dias, a assuntos espirituais.

     No período que ia da Quarta-Feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum. Era a Quaresma, período que serviria para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.

          Durante a Quaresma era proibido comer carne. Foi então que alguns “carnais” entraram em acção e fizeram a seguinte proposta: já que iam ficar tanto tempo em abstinência, por que não permitir que o povo cometesse algumas extravagâncias antes?

     Os padres concordaram, e essa libertinagem foi oficialmente aprovada e incentivada por alguns papas carnavalescos, como Paulo II e Paulo IV, nos séculos XV e XVI, respectivamente.

     Um facto curioso é que o Carnaval só é comemorado em países católicos.

     Esses dias de “vale tudo” que antecedem a Quaresma  em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de “adeus à carne”, que em italiano é “carne vale”, ou “carnavale", resultando na palavra “carnaval”. Ou seja: se a Igreja Católica Romana não tivesse criado o período da Quaresma, não haveria hoje o Carnaval.

     É necessário também saber que as folias do Carnaval estão ligadas às festas pagãs romanas, que eram festejadas com muita licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias colectivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco), e saturnais (em homenagem ao deus Saturno que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).

     O resultado físico, moral e espiritual desta festa fica sempre estampado em noticiários e jornais todas as Quartas-Feiras de Cinzas, e é o retrato falado do ser que está por detrás dessa algazarra pagã, comandando-a: o diabo.

     Sendo assim, aos que não participam desta festa, o meu conselho é que continuem de fora; e aos que participam ou pretendem participar, o meu conselho está em Jeremias 51:45: “Saí do meio dela, ó povo Meu, e livre cada um a sua alma, por causa do ardor da ira do Senhor.”
 
Revista Fiel

 

Saiba mais sobre o assunto:
Os Cristãos devem guardar a Quaresma? 
Carnaval - ontem e hoje

 

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a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
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