09-09-09 - Na Inglaterra os Cristãos estão a travar uma batalha em defesa do Evangelho
Quando a Alemanha Nazi atacou a Grã-Bretanha em 1940, Winston Churchill convocou todo o povo Britânico a defender a civilização Cristã. Hoje em dia esta nação trava uma nova batalha pois a civilização Cristã está novamente em perigo.
Quando a rainha Isabel foi coroada prometeu manter as leis de Deus e a profissão do Evangelho. Porém a Inglaterra de hoje está em guerra contra o Evangelho. Os Cristãos que levam a sua fé para o trabalho arriscam-se a ser despedidos. O governo está a promover uma campanha agressiva a favor dos homossexuais, enquanto ameaça criminalizar a prática e o discurso Cristão.
A Inglaterra é oficialmente uma nação Cristã. No passado foi base missionária para todo o mundo, e enviou missionários para as colónias americanas. Porém hoje em dia é cada vez más anticristã, sendo que os casos de intolerância e discriminação anticristã começam a avolumar-se.
Como resposta, há organizações como, “Interesse Cristão pela nação”, que se têm mobilizado. A Sua directora Andrea Minichiello Williams, adverte que se os Cristãos não fizerem algo, o país virá a condenar a prática do Cristianismo em público.
"Há um movimento massivo do sector secular para privatizar a religião. Podes ter fé desde que não te afecte no trabalho, desde que não a tragas para o local de trabalho. Mantém-na apenas em privado; não pode ser pública. Ela não deve afectar o que fazes em público ", disse Minichello.
Kuabena Peat é um Cristão que foi forçado a assistir a um treinamento de sensibilização homossexual conduzido por uma lésbica.
"Uma das coisas que ela disse foi perguntar, ‘o que vos faz pensar que ser heterossexual é natural?’ Nesse ponto, eu saí", disse Peat. Ele escreveu uma carta à instrutora explicando o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade e que Deus a amava e a ele também. Em seguida, ele foi suspenso. "Disseram que a minha carta constituía assédio e intimidação", explicou Peat.
Casos como este repetem-se. Médicos, enfermeiros, pais adoptivos, são consideradas inadaptados para as suas crenças cristãs. Pede-se-lhes que não falem de Deus no trabalho, ou serão punidos por ofenderem os homossexuais ou os muçulmanos.
Agora, o governo quer aprovar um novo projecto de igualdade que force as igrejas a contratar homossexuais e transexuais ". O advogado Paul Diamond tem sido bem sucedido em Tribunal no combate á discriminação contra os cristãos.
"No Reino Unido a agenda homossexual é militante. Há cristãos que são presos, detidos por crimes de ódio, que vêem as suas bolsas de estudo suspensas, e estão em litígio permanente com o governo. Há agressões constantes. Os valores cristãos são maus e é isso que querem que o mundo inteiro acredite", disse Diamond. Um programa da BBC interpretou um Cristão violento a decapitar um muçulmano. A televisão estatal também colocou um muçulmano como responsável por toda a sua programação religiosa.
O Islão continua a aproveitar-se em grande parte da situação pois o governo e os meios de comunicação dão quase um estatuto de protecção, enquanto praticamente perseguem o Cristianismo, a sua própria religião estatal. Muitos acreditam que o arquitecto da nova cultura anticristã foi o ex-primeiro-ministro Tony Blair.
Tanto Minichello como Diamond fizeram a mesma advertência aos cristãos americanos: qualquer legislação anti-vida ou para crimes de ódio, sob a administração Obama pode corroer os fundamentos cristãos da nação.
"Isto acontecerá à América se liberalizarem as leis como o presidente Obama quer fazer ... ", explicou Minichello.
"Obama lembra aos britânicos Tony Blair. Charmoso, persuasivo, convincente, com aparência de moderação e, a seguir derruba todos os valores judaico-cristãos enquanto diz ser Cristão. Nós sabemos o que vai acontecer à América. Sabemos que os 40% de assistência à igreja vai cair para 20%. Quando os governos federal e estadual começarem a impedir as críticas à homossexualidade, os crimes de ódio aplicar-se-ão aos Cristãos ", disse Diamond.
Alguns estimam que só foram precisos 10 anos para se minar quase completamente a herança cristã do Reino Unido. Algo que parece difícil de restaurar, a não ser que haja um súbito mover de Deus.




