16-09-08 - A Existência histórica de Jesus Cristo é inquestionável, afirmam especialistas
Viciados em teorias da conspiração, como noticiámos dia 12-09-08 - Zeitgeist, o filme anti-Deus, anti-bíblia, anti- Jesus Cristo, adoram a ideia: Jesus nunca teria existido. As histórias sobre a Sua vida, morte e ressurreição que chegaram até nós seriam, segundo estes, mera colagem de antigos mitos egípcios e babilónicos, com pitadas do Antigo Testamento para dar aquele saborzinho judaico. Na prática, Cristo não seria mais real do que Osíris ou Baal, dois deuses mitológicos que também “morreram e ressuscitaram”.
No entanto, para a esmagadora maioria dos estudiosos, sejam eles homens de fé ou ateus, esta tese não passa de estupidez. Temos uma quantidade razoável de informações historicamente confiáveis sobre Ele, englobando pistas de fontes cristãs, judaicas e pagãs.
De Paulo a Tácito
Começamos, no Novo Testamento, com as cartas do Apóstolo Paulo, escritas entre 20 anos e 30 anos após a crucificação do pregador de Nazaré. Cerca de 40 anos depois da morte de Jesus, surge o Evangelho de Marcos, o mais antigo da Bíblia; antes que o Século I terminasse, os demais Evangelhos alcançaram a forma que conhecemos hoje. A distância temporal, em todos esses casos, é mais ou menos a mesma que separava o historiador Heródoto da época da guerra entre gregos e persas, que aconteceu entre 490 a.C. e 479 a.C. – e ninguém anda por aí a dizer que Heródoto inventou Leónidas, o rei de Esparta.
Outra fonte crucial é Flávio Josefo, autor da obra "Antiguidades Judaicas", também do Século I. No texto de Josefo, que era bastante neutro: Jesus seria um “mestre”, responsável por “feitos extraordinários”, crucificado a mando de Pilatos, cujos seguidores ainda existiam, apesar disso. Duas décadas depois, o historiador romano Tácito conta a mesma história básica, precisando que Jesus tinha morrido na época de Pilatos e do imperador Tibério (duas referências que coincidem com o Novo Testamento).
Estes dados comprovam a historicidade de Jesus.
De Paulo a Tácito
Começamos, no Novo Testamento, com as cartas do Apóstolo Paulo, escritas entre 20 anos e 30 anos após a crucificação do pregador de Nazaré. Cerca de 40 anos depois da morte de Jesus, surge o Evangelho de Marcos, o mais antigo da Bíblia; antes que o Século I terminasse, os demais Evangelhos alcançaram a forma que conhecemos hoje. A distância temporal, em todos esses casos, é mais ou menos a mesma que separava o historiador Heródoto da época da guerra entre gregos e persas, que aconteceu entre 490 a.C. e 479 a.C. – e ninguém anda por aí a dizer que Heródoto inventou Leónidas, o rei de Esparta.
Outra fonte crucial é Flávio Josefo, autor da obra "Antiguidades Judaicas", também do Século I. No texto de Josefo, que era bastante neutro: Jesus seria um “mestre”, responsável por “feitos extraordinários”, crucificado a mando de Pilatos, cujos seguidores ainda existiam, apesar disso. Duas décadas depois, o historiador romano Tácito conta a mesma história básica, precisando que Jesus tinha morrido na época de Pilatos e do imperador Tibério (duas referências que coincidem com o Novo Testamento).
Estes dados comprovam a historicidade de Jesus.



