Criação e Cristo
Quando nós, crentes Cristãos, ouvimos algum “cientista” a falar dos “nossos ancestrais” deambularem na terra, digamos, há 40 milhões de anos, indignamo-nos, e exclamamos: “Que estupidez!” Porquê? A resposta é que sabemos que o orador não está a declarar factos científicos; ele está a propagar a há muito refutada teoria da evolução. Pior do que isso, o orador tem negado o próprio registo da criação ao disseminar uma teoria, de longe, bem mais difícil de acreditar.
No entanto, quando o crente ouve um cientista referir-se a algum planeta, digamos, a 735 milhões de Kms de distância ele regozija-se e exclama: “Quão grande é o nosso Deus!” Porquê a diferença? Ah, porque a astronomia, ao contrário da evolução, é basicamente uma ciência. Concordamos que alguns astrónomos podem ir longe de mais quando especulam sobre a origem do universo; eles podem até cometer muitos erros nos seus cálculos, mas a própria astronomia é ainda assim uma ciência, baseada fundamentalmente na matemática e na física. Isto foi provado ser verdade quando homens da terra orbitaram a terra e a lua e alunaram, voltando de novo à terra. Na realidade passaram-se apenas escassos meses desde que duas naves (com instrumentos) dirigiram-se ao planeta Vénus, a cerca de 107 milhões de Kms e tudo isto com a Terra a Lua e Vénus, não somente a viajar pelo espaço a velocidades incríveis, mas com cada um deles a revolver-se no seu próprio eixo individual!
O Senhor Jesus Cristo habitava na glória “acima de todos os céus” na eternidade passada e veio à terra sujeitar-Se a humilhação e morte somente para poder sofrer a condenação dos nossos pecados e remir-nos para Si mesmo:
“Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da Sua graça, pela Sua benignidade para connosco em Cristo Jesus” (Efé. 2:7).
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible