Adora ao Senhor e Rende-lhe Glória (II)

O que será necessário
O que será necessário para nos motivarmos a adorar a Deus? O que terá de acontecer para que desmantelemos o nosso esfarrapado espectáculo religioso e construamos de novo um "altar" ao Senhor?
O maior castigo que Deus poderia aplicar às igrejas hoje seria retirar-Se, e deixá-las continuar a fazer exactamente o que estão a fazer. Uma vez ouvi A.W.Tozer dizer: "Se Deus tirasse o Seu Santo Espírito deste mundo, o que estamos a fazer continuaria a ser feito, e ninguém notaria a diferença."
Oro para que Deus na Sua misericórdia não nos abandone, mas nos dê outra oportunidade. Temos convivido com substitutos por tanto tempo que se por acaso acontecesse um reavivamento de adoração, muitos dentre o povo de Deus provavelmente o veriam como uma ameaça ao Evangelho! Será que nós queremos realmente adorar a Deus? Estamos realmente dispostos a abrir mão dos nossos brinquedinhos religiosos e trabalhar a sério com Ele? Podemos abandonar as nossas visões pragmáticas do ministério na igreja ("Bem, mas funciona! Não se pode argumentar contra o sucesso!") e voltarmos à visão bíblica de Deus?
Talvez Deus não pretenda deixar-nos onde estamos. Talvez Ele permita uma crise económica que forçará as igrejas a examinarem as suas prioridades e a voltarem para as coisas que são mais importantes. Talvez Ele permita perseguições, um "julgamento de fogo" que separará o ouro da escória. Dias virão em que não seja tão popular pertencer a uma chamada greja evangélica e quando o evangelicalismo não receberá mais o patrocínio de pessoas importantes.
Ou talvez Deus trate com crentes individuais aqui e ali, pessoas sinceras que confessem a sua desesperante necessidade de realidade espiritual. Talvez Ele sussurre para algumas destas almas famintas que não estão satisfeitas com a rotina religiosa de semana após semana, que sinceramente querem adorar a Deus e experimentar o Seu poder transformador. Ele pode aproximar-Se daqueles poucos santos resistentes que temem a Deus mais do que às pressões sociais, e que não se sentem ameaçados por mudanças.
Oro para que Deus na Sua misericórdia não nos abandone, mas nos dê outra oportunidade. Temos convivido com substitutos por tanto tempo que se por acaso acontecesse um reavivamento de adoração, muitos dentre o povo de Deus provavelmente o veriam como uma ameaça ao Evangelho! Será que nós queremos realmente adorar a Deus? Estamos realmente dispostos a abrir mão dos nossos brinquedinhos religiosos e trabalhar a sério com Ele? Podemos abandonar as nossas visões pragmáticas do ministério na igreja ("Bem, mas funciona! Não se pode argumentar contra o sucesso!") e voltarmos à visão bíblica de Deus?
Talvez Deus não pretenda deixar-nos onde estamos. Talvez Ele permita uma crise económica que forçará as igrejas a examinarem as suas prioridades e a voltarem para as coisas que são mais importantes. Talvez Ele permita perseguições, um "julgamento de fogo" que separará o ouro da escória. Dias virão em que não seja tão popular pertencer a uma chamada greja evangélica e quando o evangelicalismo não receberá mais o patrocínio de pessoas importantes.
Ou talvez Deus trate com crentes individuais aqui e ali, pessoas sinceras que confessem a sua desesperante necessidade de realidade espiritual. Talvez Ele sussurre para algumas destas almas famintas que não estão satisfeitas com a rotina religiosa de semana após semana, que sinceramente querem adorar a Deus e experimentar o Seu poder transformador. Ele pode aproximar-Se daqueles poucos santos resistentes que temem a Deus mais do que às pressões sociais, e que não se sentem ameaçados por mudanças.
Na verdade poderás ser um destes santos!
Deus muda igrejas mudando indivíduos. O coração de John Wesley foi estranhamente aquecido, e o resultado foi um reavivamento que livrou a Inglaterra de um banho de sangue que quase destruiu a França. A história da igreja está cheia de nomes de homens e mulheres que transformaram igrejas e ministraram ao mundo, porque permitiram que Deus os transformasse. Eles eram adoradores e guerreiros, e Deus usou-os. Eles eram transformadores, não conformadores. As suas vidas eram controladas por um poder interior, não por pressões externas.
Eles foram mal entendidos e criticados; foram até aprisionados e mortos. O seu maior inimigo era a instituição religiosa da sua época, os líderes religiosos bem-sucedidos que de há muito tinham perdido o contacto com a realidade espiritual e estavam a viver somente da sua reputação.
- Warren W. Wiersbe



