A cruz de Cristo (XI)

1. Origem: Num passado imemorial, do nada surgiu algo, do qual acabou por surgir vida. Durante cerca de 5 milhões de anos, este algo, chamado ameba, evolui até chegar a uma forma complexa de milhões de células que veio a tornar-se no homem moderno.
2. Justificação: Se as minhas boas acções igualarem ou superarem as minhas más acções, Deus vai aceitar-me no Céu quando eu morrer.
3. Propósito: De um lado da moeda, a filosofia epicurista é: “Come, bebe, e sê feliz, porque amanhã morrerás.” No fim de contas, devemos experimentar tudo o que o mundo tem para dar. Mas do outro lado da moeda, o estóico diz que nos devemos privar dos prazeres mundanos para encontrar satisfação completa nesta vida.
4. Destino Eterno: A maioria dos descrentes negam que haja vida para além da morte. Nas palavras de Carl Sagan, um famoso astrónomo, “A morte é o fim!”
De acordo com a Palavra de Deus, no princípio Deus criou o homem à Sua imagem (Génesis 1:26; 2:7). John Milton um dia disse: “A grandeza e o carácter sagrado da alma do homem é certificada por dois factos: primeiro, a criação da sua alma à imagem do eterno Deus; e segundo, o preço necessário que teve de ser pago para a redimir.” Nos dias de hoje, o homem é justificado pela graça por meio da fé na obra redentora de Cristo, e nunca pelas obras que o homem possa fazer (Romanos 3:24; I Coríntios 15:1-4). Após a conversão, o fim principal do homem é glorificar a Deus, com quem vai passar a eternidade nos céus (Apocalipse 4:11; Colossenses 1:5).
Através do conhecimento humano, o homem nunca poderá conhecer a Deus! Assim, “aprouve a Deus salvar os crentes, pela loucura da pregação” (I Coríntios 1:21). A expressão “loucura da pregação” é a lógica do céptico: para eles, nada mais do que loucura. Mas a pregação da Cruz é, para aqueles que estão salvos, uma demonstração do poder de Deus. Convence-nos dos nossos pecados e traz-nos a salvação. O poder de Deus transformou as nossas vidas!
(Continua)
A cruz de Cristo (I)
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