Sê paciente no juízo

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     Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque, com o juízo com que julgardes, sereis julgados, e, com a medida com que tiverdes medido, vos hão de medir a vós. – Mateus 7:1-2

     Pede a uma pessoa que descreva uma árvore frutífera durante cada uma das quatro diferentes estações e receberás quatro respostas muito diferentes. No inverno, a árvore é estéril. Na primavera, a árvore tem folhas e flores coloridas. No verão, vê-se a árvore cheia de frutos. E, no outono, a cor da árvore perde a cor e as suas folhas caiem. Se uma pessoa for solicitada a descrever a árvore numa determinada época do ano, ela descrevê-la-á com base na sua condição atual; no entanto, essa descrição, embora precisa na época, não é toda a história. A árvore muda ao longo das diferentes estações e a pessoa teria que ter paciência para ver a árvore em todas as suas estações a fim de estar habilitada a fazer uma descrição completa.

     A mesma noção pode ser aplicada à forma como julgamos as pessoas em tempos de conflito. O que podemos descrever em qualquer ponto pode ser uma descrição precisa, mas pode não refletir toda a história. As circunstâncias e as pessoas mudam.

     As situações específicas em que as pessoas se encontram frequentemente influenciam os seus comportamentos em outras áreas das suas vidas. Por exemplo, conflitos em casa ou problemas no trabalho podem transbordar para a vida privada de alguém. Talvez tenhamos a tendência de fazer juízos muito rapidamente, reagindo ou exagerando de formas que não se baseiam no quadro geral, mas sim na “estação” que podemos encontrar nas experiências da vida de outra pessoa.

     Claro, algumas das nossas interações com as pessoas exigem juízos rápidos. Mas, ouso arriscar e dizer que a maioria não. Faríamos bem, nesses casos, em reter o juízo até obtermos uma compreensão mais completa do que realmente está a acontecer.

     Nas Escrituras, lemos que os seguidores de Cristo devem ser cautelosos, pacientes e perdoadores quando se trata de juízo. A maneira como julgamos os outros determinará como seremos julgados.

     Pensa na tua própria vida por um minuto. É provável que te tenhas encontrado em situações em que não deste o teu melhor, pecaste por palavras ou ações e alguém te chamou a prestar contas, com base no que fizeste ou disseste. Completamente compreensível! Mas, é provável que não queiras que outros te julguem com base apenas num incidente.

     Mesmo assim, que possamos ser pessoas cuidadosas no juízo, pacientes e misericordiosas, dando aos outros muita graça quando eles, muitas vezes como nós, não estão à altura de viver como deveriam. Vamos sempre procurar obter uma melhor compreensão do que pode estar sob a superfície quando experimentamos conflitos com outras pessoas.

 

APROFUNDANDO:

1. Quais os relacionamentos da tua vida que podes precisar de dar uma olhada mais profunda para teres uma visão geral do que está a acontecer?

2. Julgaste outra pessoa com demasiada severidade? Que passos podes dar para reparar o teu relacionamento?

 

LEITURA ADICIONAL

Mateus 18:21-35; Colossenses 3:13-14

Por Jim Liebelt

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