Observação ou participação?

Illinois Caverns reopens after more than a decade - Chicago Tribune

   

     O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir: Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.  – João 10:10

     Longe do caminho comum numa cidade rural do estado do Illinois, fica a entrada para Illinois Caverns, um sistema de cavernas selvagem. Os 50 a 75 degraus que conduzem à entrada da caverna traem a verdadeira selvageria da caverna. Este não é o tipo de caverna em que se pode andar de elétrico. Não, este é escuro, húmido, temos de andar de joelhos e sujarmo-nos, sendo o tipo de caverna que exige calçado especial, mochila, farolim de cabeça e um pouco de coragem.

     No início da jornada, a maioria dos espeleólogos (nome chique para quem explora cavernas) tenta evitar molhar-se. Afinal, a água está fria e a temperatura na caverna está apenas na casa dos 15 graus centígrados. As paredes estão molhadas e o chão é escorregadio. Conforme a água sobe, a maioria dos participantes acostuma-se à ideia de que vão ficar molhados. Quando o meu grupo de jovens se aventurou pelas cavernas, não prevíamos que a água acabasse por chegar à cintura e, às vezes, tivemos que rastejar sobre as nossas mãos e joelhos, manobrando entre estalagmites (formações rochosas que crescem) e estalactites (formações rochosas que se prendem ao teto).

     Em alguns lugares, os guardas florestais trouxeram escadas para aqueles que não quiseram rastejar, ser espremidos ou deslizar pelos pontos mais apertados. Quando chegou a minha vez de usar a escada ou rastejar, fui forçado a fazer uma escolha. Observar ou participar? No calor do momento, escolhi participar. Lá fiquei a rastejar sobre as minhas mãos e joelhos tendo o teto da caverna literalmente a cinco centímetros acima da minha cabeça e água até ao queixo! Foi uma das experiências mais estimulantes da minha vida e que eu teria perdido se escolhesse o caminho mais fácil, subindo através da escada.

     No livro Seizing Your Divine Moment (Agarrando o Teu Momento divino), o autor Erwin McManus diz: “Estou convencido de que a grande tragédia não são os pecados que cometemos, mas a vida que deixamos de viver”. Muitas vezes, muitos Cristãos ficam de lado a observar os outros vivendo uma vida de fé verdadeira. Tiago 1:22 acrescenta: “… sede cumpridores da Palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.”

     Hoje, a pergunta é: estás a viver a tua vida plenamente ou a ver a vida passar? A caverna estava escura, húmida e um pouco assustadora, mas a experiência foi incrível. Uma vida bem vivida é a mesma coisa.

 

APROFUNDANDO:

1. O que te impede de viveres uma vida plena?
2. Identifica algumas mudanças que podes começar a fazer hoje para vivenciares cada dia no teu potencial máximo.

LEITURA ADICIONAL:
Tiago 1:22-25

Por Leslie Snyder

 

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