Escolhas, escolhas

 

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     “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm.” – 1 Coríntios 6:12a

      Por volta do primeiro mês do meu casamento, cometia o mesmo erro todas as noites - chegar tarde a casa para o jantar.

     A minha esposa, Cathy, foi (e ainda é) muito paciente. Durante as nossas primeiras semanas de casamento, ela ligava-me à tarde e perguntava sobre minha hora de chegada e os meus desejos para o jantar. Ela foi sempre alegre e flexível e não determinava um horário para estar em casa. Eu tive sempre a oportunidade de escolher a hora. Normalmente, eu dizia algo como: "Estarei em casa às 18:00, então porque não comemos às 18:30?"

     As coisas teriam corrido muito bem se eu tivesse chegado a casa às 18h, como eu disse que faria. Em vez disso, quando eu estava a sair do gabinete, recebia um telefonema de um aluno que queria que eu passasse por sua casa e visse algo. “Que grande oportunidade de ministério!” Eu pensava comigo mesmo: “E é a caminho de casa”. Ou, quando eu estava a preparar-me para sair do gabinete, um pai passava e perguntava se eu tinha “só um minuto”.

     De qualquer forma, todas essas distrações prendiam-me e eu chegava sempre tarde a casa. Mas eu realmente não achava que isso constituísse um problema, uma vez que Cathy me perguntava a que horas era conveniente para mim. Parecia não ser grande coisa porque eu poderia justificar todo o tempo extra como parte do meu trabalho especialmente entre os jovens.

     Certa noite, quando jantávamos, perguntei educadamente: “Importas-te se eu aquecer isto no micro-ondas por um minuto?” Mal sabia eu que uma simples pergunta poderia levar a lágrimas, lamentos e palavras que eu não tinha ouvido ela dizer antes (até hoje eu ainda acredito que pode ter sido linguarice), e uma saída rápida da mesa. Eu pensei: “O que foi?”

     Ficou claro para mim que não era sobre minha pergunta; era sobre as minhas decisões ao fim do dia, de tornar tudo e todos no meu ministério de jovens, mais importante do que a minha esposa. Eu gostaria de não ser tão idiota então, mas sou grato por ter aprendido desde cedo que algumas coisas, ainda que importantes, simplesmente não são tão importantes quanto outras coisas, como o meu casamento.

     Assim, embora a ocupação de fazer coisas boas seja frequentemente usada como um distintivo de honra, infelizmente, por detrás desse distintivo normalmente encontramos uma vida espiritual prejudicada, uma vida familiar prejudicada e uma carreira prejudicada. Só porque estás ocupado não significa que estejas isento das consequências que normalmente acontecem a um estilo de vida de ocupação contínua.

     Deus deu-te o privilégio de conduzires a tua própria vida. Tu tens a liberdade de fazer escolhas que te podem levar à bênção e favor de Deus, como a consequências dolorosas. Hoje, dá uma olhadela ao interior para te certificares que as tuas escolhas estão alinhadas com as tuas prioridades. Não priorizes apenas a tua agenda. Escolhe e programa as coisas que mais importam.

 

APROFUNDANDO:

1. Como viste a ocupação na tua vida prejudicar os teus relacionamentos?

2. Que passos precisas de dar para agendar o que é mais importante?

LEITURA ADICIONAL:

Tiago 4:13-14; Romanos 12:10; Jó 3:25-26

Por Doug Fields

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