O melhor investimento que farás
“Que façam bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boamente, e sejam comunicáveis; que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna” 1 Timóteo 6:18-19
A generosidade é um investimento. Lucas 16:9 diz: , [ou seja, (NLT). Eu já disse muitas vezes que não podes levar as riquezas contigo. Sabias que os necrotérios vendem roupas funerárias? São para pessoas que querem ser enterradas de fato, mas não têm nenhum. Sabes qual é a diferença entre um fato funerário e um fato normal? O fato funerário não tem bolsos. É verdade! O defunto não precisa deles, porque não pode levar nada consigo. Mas podes enviar antecipadamente.
Como o consegues? Investindo nas pessoas que irão para lá.
A Bíblia diz em 1 Timóteo 6:18-19: ““Que façam bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boamente, e sejam comunicáveis; que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna” (TLB).
Sempre que és generoso a favor dos outros, especialmente para que conheçam o Evangelho e se salvem, com o pobre, um amigo ou um vizinho, Deus diz que estás a acumular um tesouro no banco do Céu. O teu tempo na Terra é de apenas 80 ou no máximo 100 anos. Passarás trilhões de anos na eternidade. Onde precisas de ter a maior conta?
Não há investimento maior do que o Reino de Deus. Quando ajudas outras pessoas com o teu tempo, o teu dinheiro, os teus recursos – seja o que for que tenhas – estás, na verdade, a fazer um investimento no Céu.
No Céu, o teu investimento está protegido. A taxa de rendimento ali é muito elevada. Está comprovado. Há grandes dividendos e nenhum risco.
Tu não irás conseguir esse tipo de investimento em nenhum outro lugar!
REFLEXÃO
- Porque às vezes achamos mais fácil fazer um investimento na nossa conta bancária terrena do que no Céu? Qual é mais gratificante?
- Qual é o risco de fazeres um investimento terreno em detrimento de um eterno?
- Se a salvação se baseia na graça de Deus, porque achas que Ele quer que faças boas obras?
- R. W.



