Uma boa pergunta
Atenta em mim, ouve-me, ó Senhor, meu Deus… – Salmo 13:3
Algumas perguntas suplicam por uma resposta. Considera o seguinte:
Porque é que os bancos cobram uma taxa sobre “fundos insuficientes” quando sabem que não há dinheiro suficiente na conta do cliente?
Como saber se a luz realmente se apaga quando fechas a porta do frigorífico?
O que, exatamente, é Spam?
Porque a cola não adere no próprio frasco?
Porque é que o Super-homem para as balas com o peito, mas se abaixa quando lhe apontam um revólver?
Eis a minha pergunta favorita: porque é que as pessoas voltam constantemente ao frigorífico com a esperança de que se tenha materializado algo novo para comer?
Infelizmente, nem todas as questões da vida são tão engraçadas. Muitas vezes temos questões profundas como:
Porque é que isto me aconteceu?
A minha vida realmente importa?
Como pude estar tão errado?
O que vou fazer?
Em desespero, David clamou a Deus com perguntas profundas: “Até quando Te esquecerás de mim, Senhor? Para sempre? Até quando esconderás de mim o Teu rosto? Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando se exaltará sobre mim o meu inimigo?” (Salmo 13:1-2)
Esta curta passagem está repleta da emoção crua que vem das profundezas de uma alma ferida. Embora possa ser tentador ignorar a humanidade nesta oração, convido-te a sentares-te com ela e a meditar nestas palavras, tanto na tua mente como no teu coração. Talvez estas palavras ressoem na tua alma hoje. Abraça-as como tua própria oração e como o salmista fez há tantos anos, continua a confiar no amor infalível de Deus, regozija-te na Sua salvação e canta ao Senhor, pois Ele tem sido bom para ti.
APROFUNDANDO:
1. Se pudesses fazer uma pergunta a Deus, qual seria?
2. Como o Salmo 13:5-6 pode fazer diferença na vida quando temos tantas perguntas sem resposta?
LEITURA ADICIONAL:
Salmo 13
Por L. Snyder



