Expressão de consolo
Deus… resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. 2 Coríntios 4:6
Leitura Recomendada: 2 Coríntios 1:2-3
Quando o poeta e soldado britânico do século XVI, Sir Philip Sidney, morreu, o seu amigo Matthew Roydon escreveu um poema em sua homenagem. Ele disse que Sidney possuía: “Um tipo de graça doce e atraente exposto; uma garantia total dada pela aparência; conforto contínuo transmitia o seu rosto; a [expressão] dos livros do Evangelho em permanência.”1 Por outras palavras, o Evangelho brilhava no rosto de Sidney. O consolo divino estava gravado na sua pele. Olhar para ele era ficar reconfortado.
Se o rosto de um mero mortal pode expressar a graça de Deus, pensa em olhar para o rosto do próprio Cristo. Imagina seres o cego cuja primeira visão foi o rosto sorridente do seu Curador. Imagina Maria e Marta vendo o rosto preocupado de nosso Senhor no meio da sua dor. Imagina os discípulos olharem para a face radiante do nosso Senhor quando Ele subiu ao Céu. Agora imagina o Seu rosto vendo-te a ti e aos teus fardos hoje.
Um dia vê-Lo-emos face a face. Até lá, ainda podemos olhar para Jesus, o Autor e Consumador da fé.
- David Jeremiah
Consolo contínuo num rosto! Isso não é mais verdadeiro em relação ao rosto do Senhor Jesus, que ficou mais desfigurado do que qualquer outro homem? O Seu semblante bondoso, olhos amorosos, presença graciosa e mensagens sinceras exalavam consolo. - Herbert Lockyer
1 Herbert Lockyer, Todo o consolo de Deus (Peabody, MA: Hendrickson Publishers, 2001), 5.



