O toque da compaixão

“E aproximou-se dele um leproso, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, e dizendo-lhe: Se quiseres, bem podes limpar-me. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo. E, tendo Ele dito isto, logo a lepra desapareceu dele, e ficou limpo.” — Marcos 1:40-42
Mesmo depois de ter vendido a sua parte da empresa, o Coronel Harlan Sanders continuou durante anos a ser porta-voz da (). Isso fazia com que viajasse frequentemente, de cidade em cidade, em digressões promocionais. Conta-se que, num desses voos, havia um bebé a chorar incessantemente. Apesar dos esforços da mãe, o choro não cessava. Finalmente, o Coronel Sanders perguntou à mãe se podia ajudar. Pegou na criança e embalou-a até que adormeceu, devolvendo-a depois à mãe agradecida. Ao sair do avião, um passageiro disse-lhe: “Todos apreciámos o que fez por nós.” Ao que ele respondeu: “Não o fiz por nós. Fi-lo pelo bebé.”
Não é possível ter verdadeira compaixão pelos outros sem agir. Embora não consigamos suprir todas as necessidades que vemos à nossa volta, se tivermos o tipo de amor e compaixão que o Senhor Jesus tinha, seremos movidos à ação. Em vez de se afastar ou fugir horrorizado ao encontrar um homem leproso — como era comum na época —, o Senhor estendeu a mão e tocou nele. Ele não o curou apenas com uma palavra, mas com um toque.
A compaixão do Senhor Jesus não era um sentimento passageiro, que desaparecia rapidamente quando o Seu interesse se voltava para outra coisa. Ela levava-O a agir. Ao ver a necessidade, o Senhor Jesus supria-a. Devemos fazer o mesmo.
— Paul Chappell



