O Baiacú

“… te tenho proposto a vida e a morte … escolhe pois a vida, para que vivas …” (Deuteronómio 30:19).
Caros amigos,
Doug Ross, presidente da Evangelical Publishers Association (Associação Evangélica de Publicadores), conta uma história muito esclarecedora.
Ele relatou que o Baiacú, ou peixe-balão, é provavelmente a criatura mais venenosa no mar. Contém veneno 275 vezes mais mortal do que o cianeto. No entanto, para os japoneses, a carne crua do baiacú, ou fugu, como eles lhe chamam, é a iguaria mais recente. O fugu é um tipo de peixe-balão.
Os clientes pagam $150 (dólares) por pessoa para uma refeição completa de fugu. Mas para o verdadeiro gastrónomo, nada pode igualar o sabor do seu fígado. É aqui que o veneno está mais concentrado. Embora os chefes de cozinha estejam proibidos, por lei, de servi-lo, eles são por vezes pressionados, subornados ou coagidos a fazê-lo. Os resultados são deliciosos, mas muitas vezes letais. É uma forma sinistra de morrer. A toxina atua no sistema nervoso.
O primeiro sintoma é um formigueiro nos lábios e boca. Depois, os dedos ficam dormentes e a paralisia começa a espalhar-se por todo o corpo. "Mesmo apesar de se manter a lucidez", diz o dono de um restaurante japonês, "os braços e pernas ficam dormentes. Torna-se impossível ficar sentado de forma direita. Não se consegue falar, nem mover, e em pouco tempo deixa de se conseguir respirar." A morte pode ocorrer num espaço de minutos, ou pode demorar seis horas. Não há antídoto conhecido.
O artigo prossegue dizendo que, "se devidamente preparado, este peixe é geralmente bastante seguro, mas não há nenhuma maneira de o dizer até comê-lo."
Não é estranho e triste como nós, meros mortais, provamos ou por vezes festejamos coisas deste mundo que nos trazem morte? Para todos há disponível tanto veneno como alimento espiritual que dá vida. A Vida ou a morte depende do que nós escolhermos.
Isso lembra-me as palavras do salmista no Salmo 34:8: "Provai, e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que n’Ele confia."
Cuidadosamente preparado e temperado com amor, o Evangelho promete vida eterna – vida abundante - não a morte em minutos, mas vida para uma eternidade.
Bill Bright



