Sabe o que está errado com o seu país?

Esta questão foi colocada ao antigo Secretario de Estado Americano Cyrus Vance pelo meu querido e saudoso amigo Dr. Charles Malik, antigo Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas. O Secretário de estado disse que não sabia. “Eu digo-lhe o que está errado”, disse o Dr. Malik. “Vocês retiraram Jesus Cristo das vossas Universidades”.
O mesmo é, sem dúvida alguma, verdade a respeito de todas as escolas Americanas. Fisher Ames, o redactor da versão final da Primeira Revisão da Constituição Americana, escreveu mais tarde que a Bíblia deve ser mantida como o compêndio número um. Ele disse que a Bíblia era a fonte da moral e do comportamento na América. Os princípios bíblicos permearam a vida pública.
Benjamin Rush, outro Pai Fundador, signatário da Declaração da Independência e que serviu nas administrações de três Presidentes (Thomas Jefferson, James Madison e John Adams), escreveu que se a Bíblia fosse removida das escolas, haveria uma explosão de crimes. Tendo afirmado isto há dois séculos, Rush foi profético. Nos nossos dias, Deus, a Bíblia e a oração foram substituídos nas nossas escolas por revólveres, drogas e preservativos. Os resultados têm sido desastrosos.
O nosso país abriu um precedente social em 1947 com a infame decisão do Supremo Tribunal acerca da “separação da igreja e do estado”. Desde então a nação tem estado a experimentar uma tendência assustadora de colapso social. Estamos submergidos numa onda de imoralidade e violência. Sabemos que o mal tem estado entre nós desde o Jardim do Éden. Mas as estatísticas do mal nos Estados Unidos eram relativamente insignificantes antes de Deus, a Bíblia e a oração serem removidos das escolas. O ano de 1962 foi quando as estatísticas começaram disparar.
Porquê 1962? Esse foi o ano em que o Supremo Tribunal tomou uma outra decisão histórica infame, violando dois séculos de precedente legal e tradição, comunicando, com Engel V. Vitale, a decisão que removeu a oração das nossas escolas.
A oração que causou a grande controvérsia era uma oração simples, não sectária, de 25 palavras. Vê como era ela e considera o que esta nação perdeu desde que as suas palavras foram declaradas ilegais e banidas: “Deus Todo-poderoso, reconhecemos a nossa dependência de Ti e pedimos as Tuas bênçãos sobre nós, os nossos pais, os nossos professores e o nosso país”.
A América necessita desesperadamente duma resposta a esta oração perdida.
Benjamin Rush, outro Pai Fundador, signatário da Declaração da Independência e que serviu nas administrações de três Presidentes (Thomas Jefferson, James Madison e John Adams), escreveu que se a Bíblia fosse removida das escolas, haveria uma explosão de crimes. Tendo afirmado isto há dois séculos, Rush foi profético. Nos nossos dias, Deus, a Bíblia e a oração foram substituídos nas nossas escolas por revólveres, drogas e preservativos. Os resultados têm sido desastrosos.
O nosso país abriu um precedente social em 1947 com a infame decisão do Supremo Tribunal acerca da “separação da igreja e do estado”. Desde então a nação tem estado a experimentar uma tendência assustadora de colapso social. Estamos submergidos numa onda de imoralidade e violência. Sabemos que o mal tem estado entre nós desde o Jardim do Éden. Mas as estatísticas do mal nos Estados Unidos eram relativamente insignificantes antes de Deus, a Bíblia e a oração serem removidos das escolas. O ano de 1962 foi quando as estatísticas começaram disparar.
Porquê 1962? Esse foi o ano em que o Supremo Tribunal tomou uma outra decisão histórica infame, violando dois séculos de precedente legal e tradição, comunicando, com Engel V. Vitale, a decisão que removeu a oração das nossas escolas.
A oração que causou a grande controvérsia era uma oração simples, não sectária, de 25 palavras. Vê como era ela e considera o que esta nação perdeu desde que as suas palavras foram declaradas ilegais e banidas: “Deus Todo-poderoso, reconhecemos a nossa dependência de Ti e pedimos as Tuas bênçãos sobre nós, os nossos pais, os nossos professores e o nosso país”.
A América necessita desesperadamente duma resposta a esta oração perdida.
- Bill Bright



