Crucificado com Cristo

William MacDonald
 
 
«Já estou crucificado com Cristo» (Gálatas 2.20).

 

     Quando o Senhor Jesus morreu na cruz, Ele não morreu apenas como meu Substituto; Ele morreu também como meu Representante. Ele não morreu apenas por mim, mas como eu (como se tivesse sido eu a morrer). Quando Ele morreu, há um sentido real em que eu morri.  Tudo o que eu era como filho de Adão, todo o meu velho, mau e irregenerado EU foi crucificado na cruz. Aos olhos de Deus, a minha história como homem na carne chegou a um fim.
 
     Isto não é tudo! Quando o Salvador foi sepultado, eu também fui sepultado. Eu estou identificado com Cristo na Sua sepultura. Isto retrata a remoção do velho EU da vista de Deus para todo o sempre.

     E quando o Senhor Jesus ressuscitou de entre os mortos, eu ressuscitei também. Porém o quadro aqui muda. Não é aquele que foi sepultado que ressuscitou, não o velho EU. Não! É o novo homem - Cristo vivendo em mim. Eu ressuscitei com Cristo para andar em novidade de vida.

     Deus vê tudo isto como tendo ocorrido posicionalmente. Agora ele quer que na minha experiência isto seja verdade praticamente. Ele quer que eu reconheça como tendo passado por todo este ciclo de morte, sepultura e ressurreição. Porém como é que eu faço isto?

     Quando a tentação me bate à porta eu devo responder-lhe exactamente como um cadáver reage a qualquer solicitação para o mal. Não respondo! Com efeito, devo dizer, "Eu morri para o pecado. Tu já não és mais meu Tirano. No que a ti diz respeito eu estou morto."

     Diariamente devo reconhecer o meu velho e corrupto EU como tendo sido sepultado no sepulcro de Jesus. Isto significa que não me ocuparei com ele introspectivamente. Não procurarei nele nada que valha a pena nem ficarei desapontado com a sua corrupção total.

     Finalmente, viverei cada momento como alguém que ressuscitou com Cristo para uma vida nova  - novas ambições, novos desejos, novos motivos, nova liberdade, e novo poder.

     George Muller disse como esta verdade da identificação com Cristo o afetou:

     «Houve um dia quando morri. Morri para George Muller, para as suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo, para a sua aprovação ou censura, para a aprovação ou censura dos meus irmãos ou amigos, e desde então, tenho-me empenhado só para me apresentar "aprovado para com Deus"».

 

William Macdonald

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(Um Dia de Cada vez)

 

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