O uso da liberdade

O crente forte sabe que tem esta liberdade, mas também sabe que a liberdade envolve responsabilidade. Por exemplo, eu tenho a liberdade para tirar o meu automóvel da garagem e conduzi-lo na auto-estrada; mas devo conduzi-lo responsavelmente. Não sou livre para o conduzir a qualquer velocidade na minha rua; nem sou livre para ignorar os sinais de trânsito ao longo do caminho.
Há vários “testes” que podemos aplicar às nossas próprias decisões e atividades. «Todas as coisas nos são lícitas», mas –
• Elas conduzem-me à liberdade ou à escravatura?
• Elas tornam-me uma pedra de tropeço ou uma pedra de apoio?
• Elas edificam-me ou derrubam-me?
• Elas apenas me agradam, ou glorificam a Cristo?
• Elas ajudam a ganhar os perdidos para Cristo ou a afastá-los d’Ele?
O modo como usamos a nossa liberdade e a relacionamos com os outros indica se somos maduros em Cristo. Os crentes fortes e fracos precisam de trabalhar conjuntamente em amor para se edificarem uns aos outros e glorificarem o Senhor Jesus Cristo.
Versículo para lembrar: «Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres» (João 8.36).
Também: I Coríntios 6.12; 8.13; 10.23-33.
Ação sugerida: Agradeça a Deus pela sua liberdade em Cristo e assegure-Lhe que a quer usar dum modo que Ele aprove.
(Um Tempo Para Ser Renovado)
Warren W. Wiersbe



