Os servos mantêm-se discretos

“… sede todos sujeitos (ou, sirvam-se) uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (1 Pedro 5:5).
Os verdadeiros servos mantêm-se discretos. Os servos não se promovem nem chamam a atenção para si mesmos. Em vez de agirem para impressionar e de se ataviarem para o êxito, eles “colocam o avental da humildade", para servirem os outros (1 Ped. 5:5).
Se são reconhecidos pelos seus serviços, aceitam isso humildemente mas não permitem que a notoriedade os distraia da sua obra. Paulo revelou uma espécie de serviço que parece ser espiritual mas é realmente apenas um fingimento, uma exibição, um acto para chamar a atenção. Ele chamou-o de "servir à vista", "na aparência" - servindo para impressionar as pessoas com o quão "espirituais" nós somos (Efésios 6:6; Colossenses 3:22)
Foi este o pecado dos Fariseus. Eles ajudavam os outros, ofertavam, e até oravam, exibindo-se diante dos outros. Jesus odiava esta atitude e avisou, “Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles: aliás não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 6:1).
A auto-promoção e o espírito de serviço não se misturam. Os verdadeiros servos não servem para obter a aprovação ou o aplauso dos outros. Vivem para uma audiência de Um. Como Paulo disse, “Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo” (Gálatas 1:10).
O leitor não encontrará muitos servos autênticos à luz da ribalta; de facto, eles evitá-la-ão sempre que possível. Eles ficam contentes por servir tranquilamente nas sombras.
José é um grande exemplo. Ele não chamava a atenção para si, mas serviu tranquilamente Potífar, depois o seu carcereiro, a seguir, o padeiro e o copeiro de faraó, e Deus abençoou essa atitude. Quando faraó o promoveu à proeminência, José continuou a manter um coração de servo, mesmo com os seus irmãos, que o tinham traído.
Infelizmente, muitos líderes hoje começam como servos mas acabam como celebridades. Tornam-se dependentes da atenção, inconscientes que estar sempre à luz da ribalta cega.
O leitor pode estar a servir na obscuridade em algum lugar pequeno, sentindo-se desconhecido e desconsiderado. Escute: Deus colocou-o onde está com um propósito! Ele tem contados todos os cabelos da sua cabeça e sabe a sua morada.
Se são reconhecidos pelos seus serviços, aceitam isso humildemente mas não permitem que a notoriedade os distraia da sua obra. Paulo revelou uma espécie de serviço que parece ser espiritual mas é realmente apenas um fingimento, uma exibição, um acto para chamar a atenção. Ele chamou-o de "servir à vista", "na aparência" - servindo para impressionar as pessoas com o quão "espirituais" nós somos (Efésios 6:6; Colossenses 3:22)
Foi este o pecado dos Fariseus. Eles ajudavam os outros, ofertavam, e até oravam, exibindo-se diante dos outros. Jesus odiava esta atitude e avisou, “Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles: aliás não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 6:1).
A auto-promoção e o espírito de serviço não se misturam. Os verdadeiros servos não servem para obter a aprovação ou o aplauso dos outros. Vivem para uma audiência de Um. Como Paulo disse, “Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo” (Gálatas 1:10).
O leitor não encontrará muitos servos autênticos à luz da ribalta; de facto, eles evitá-la-ão sempre que possível. Eles ficam contentes por servir tranquilamente nas sombras.
José é um grande exemplo. Ele não chamava a atenção para si, mas serviu tranquilamente Potífar, depois o seu carcereiro, a seguir, o padeiro e o copeiro de faraó, e Deus abençoou essa atitude. Quando faraó o promoveu à proeminência, José continuou a manter um coração de servo, mesmo com os seus irmãos, que o tinham traído.
Infelizmente, muitos líderes hoje começam como servos mas acabam como celebridades. Tornam-se dependentes da atenção, inconscientes que estar sempre à luz da ribalta cega.
O leitor pode estar a servir na obscuridade em algum lugar pequeno, sentindo-se desconhecido e desconsiderado. Escute: Deus colocou-o onde está com um propósito! Ele tem contados todos os cabelos da sua cabeça e sabe a sua morada.
- R. W.



