O legado à próxima geração: Presença
“Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram” (Romanos 12:15).
Todos os pais desejam deixar um legado positivo aos seus filhos, mas o que é que isso requer? Ao lidar com milhares de famílias ao longo dos anos, notei quatro dons comuns que temos necessidade de entregar à próxima geração: A nossa presença, a nossa aceitação, a nossa orientação e a nossa correcção.
O dom da sua presença: Por vezes simplesmente estar presente é o que mais importa aos nossos filhos.
Um dia, a minha filha chegou a casa esmagada depois não fazer a coreografia das bandeiras no oitavo ano. Para piorar a situação, todas as suas amigas tinham-no conseguido. Amy foi para o quarto e sentou-se no chão a soluçar.
Porém um por um, cada membro da nossa família entrou no quarto dela e sentou-se ao seu lado em silêncio, chorando com ela. Nenhum de nós tentou falar-lhe da sua dor. Não minimizámos o seu sofrimento. Não mudámos de assunto. Não tentámos levá-la a olhar para o lado bom do que tinha acontecido. Não a incitámos a esforçar-se mais da próxima vez. Simplesmente sentámo-nos ali e sofremos com ela.
O Senhor disse que nos devemos alegrar com os que se alegram, e chorarmos com os que choram (Romanos 12:15). É essa a essência da empatia; o dom da presença.
Na Bíblia, quando o desastre e a tragédia destruíram completamente a família de Job, três amigos seus vieram e simplesmente sentaram-se em silêncio junto dele durante três dias. Enquanto eles se mantiveram calados, a sua postura foi consoladora para Job. Mas logo que começaram a conjeturar sobre as possíveis razões do sofrimento de Job e a dar-lhe conselhos, eles meteram-se em problemas.
A Bíblia diz, “…todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tiago 1:19).
Assim como as casas são construídas tijolo a tijolo, as vidas dos nossos filhos são edificadas com os tijolos da presença, aceitação, orientação e correcção. Cada vez que dá a um filho um destes dons, está a edificar a sua vida. Amanhã, vamos ver o dom da aceitação.
O dom da sua presença: Por vezes simplesmente estar presente é o que mais importa aos nossos filhos.
Um dia, a minha filha chegou a casa esmagada depois não fazer a coreografia das bandeiras no oitavo ano. Para piorar a situação, todas as suas amigas tinham-no conseguido. Amy foi para o quarto e sentou-se no chão a soluçar.
Porém um por um, cada membro da nossa família entrou no quarto dela e sentou-se ao seu lado em silêncio, chorando com ela. Nenhum de nós tentou falar-lhe da sua dor. Não minimizámos o seu sofrimento. Não mudámos de assunto. Não tentámos levá-la a olhar para o lado bom do que tinha acontecido. Não a incitámos a esforçar-se mais da próxima vez. Simplesmente sentámo-nos ali e sofremos com ela.
O Senhor disse que nos devemos alegrar com os que se alegram, e chorarmos com os que choram (Romanos 12:15). É essa a essência da empatia; o dom da presença.
Na Bíblia, quando o desastre e a tragédia destruíram completamente a família de Job, três amigos seus vieram e simplesmente sentaram-se em silêncio junto dele durante três dias. Enquanto eles se mantiveram calados, a sua postura foi consoladora para Job. Mas logo que começaram a conjeturar sobre as possíveis razões do sofrimento de Job e a dar-lhe conselhos, eles meteram-se em problemas.
A Bíblia diz, “…todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tiago 1:19).
Assim como as casas são construídas tijolo a tijolo, as vidas dos nossos filhos são edificadas com os tijolos da presença, aceitação, orientação e correcção. Cada vez que dá a um filho um destes dons, está a edificar a sua vida. Amanhã, vamos ver o dom da aceitação.
- R. W.



