Legado à próxima geração: Aceitação

“E disse-lhes: Qualquer que receber este menino em Meu nome, recebe-Me a Mim; e qualquer que Me recebe a Mim, recebe o que Me enviou; porque aquele que entre vós todos for o menor, esse mesmo é grande” (Lucas 9:48).
Com o decorrer dos anos tenho notado quatro dons comuns que necessitamos de entregar à próxima geração: A nossa presença, a nossa aceitação, a nossa orientação e a nossa correcção.
O dom da sua aceitação: Toda a gente almeja a aceitação. Parece que nós nunca temos o suficiente. Quando damos aos nossos filhos a oportunidade de eles serem eles próprios e de se tornarem no que Deus — não nós — quer que sejam, estamos a deixar-lhes um grande legado. O ambiente recetivo da aceitação é a atmosfera onde as crianças florescem. Jesus disse: “Qualquer que receber este menino em Meu nome, recebe-Me a Mim” (Lucas 9:48).
Mesmo apesar deles serem seus filhos, a aceitação nunca é automática. Devemos ser intencionais na oferta da mesma e contínuos na sua manifestação. Uma das ocasiões mais importantes é quando eles fazem algo que nos embaraça publicamente. Nesse momento, nós temos uma escolha: Preocupar-nos-emos mais com o que os outros veem em nós ou com os sentimentos do nosso filho? Todos nós temos visto pais embaraçados em lojas, a irarem-se, a terem palavras depreciativas com filhos que não tinham consciência do que estavam a fazer.
Um estudo de pesquisa muitas vezes citado observou que o único maior fator que determina se uma criança tem sucesso na vida ou falha é a presença e a aceitação de um adulto que se preocupa com a sua vida. A descoberta assombrosa foi que não tem de ser um pai! Somente tem de ser alguém que ofereça amor, aceitação, e orientação espiritual.
O dom da sua aceitação: Toda a gente almeja a aceitação. Parece que nós nunca temos o suficiente. Quando damos aos nossos filhos a oportunidade de eles serem eles próprios e de se tornarem no que Deus — não nós — quer que sejam, estamos a deixar-lhes um grande legado. O ambiente recetivo da aceitação é a atmosfera onde as crianças florescem. Jesus disse: “Qualquer que receber este menino em Meu nome, recebe-Me a Mim” (Lucas 9:48).
Mesmo apesar deles serem seus filhos, a aceitação nunca é automática. Devemos ser intencionais na oferta da mesma e contínuos na sua manifestação. Uma das ocasiões mais importantes é quando eles fazem algo que nos embaraça publicamente. Nesse momento, nós temos uma escolha: Preocupar-nos-emos mais com o que os outros veem em nós ou com os sentimentos do nosso filho? Todos nós temos visto pais embaraçados em lojas, a irarem-se, a terem palavras depreciativas com filhos que não tinham consciência do que estavam a fazer.
Um estudo de pesquisa muitas vezes citado observou que o único maior fator que determina se uma criança tem sucesso na vida ou falha é a presença e a aceitação de um adulto que se preocupa com a sua vida. A descoberta assombrosa foi que não tem de ser um pai! Somente tem de ser alguém que ofereça amor, aceitação, e orientação espiritual.
- R. W.



