Agradando a Deus – Adoração Autêntica
“… o Senhor olha para o coração [pensamentos e intenções]” (1 Samuel 16:7).
Quando Jesus disse, “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma …” (Luke 10:27) Ele quis dizer que a adoração deve ser genuína e sincera. Não é simplesmente uma questão de se dizer as palavras certas; deve-se querer dizer o que se diz. O louvor não sincero não é nenhum louvor! É um insulto a Deus.
Quando adoramos a Deus, Ele olha mais para os nossos corações do que para as nossas palavras. A Bíblia diz, “…o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração [ou, pensamentos e intenções da pessoa].” (1 Samuel 16:7)
Visto que a adoração envolve o deleite em Deus, ela compromete as suas emoções. Deus deu-nos emoções de modo a podermos adorá-lO com sentimento profundo, mas essas emoções devem ser genuínas, não falsas.
Deus odeia a hipocrisia. Ele não quer exibicionismo ou fantasia ou falsidade na adoração. Ele quer o nosso amor honesto, verdadeiro. Nós podemos adorá-lO sem perfeição, mas não podemos adorá-lO sem sinceridade.
É claro que apenas sinceridade não basta; nós podemos estar sinceramente errados. É por isso que é requerido tanto espírito quanto verdade. A adoração deve ser tanto correcta quanto autêntica. A adoração que agrada a Deus é profundamente emocional e profundamente doutrinal. Nós fazemo-lo respectivamente com os nossos corações e cabeças.
Hoje muitos consideram ser emocionalmente movidos tanto pela música quanto pelo Espírito, mas não é a mesma coisa. A verdadeira adoração acontece quando o nosso espírito responde a Deus, não a um tom musical. Na verdade, alguns cânticos sentimentais, introspectivos impedem a adoração porque desviam os holofotes de Deus, incidindo-os nos nossos sentimentos. A nossa maior distracção na adoração somos nós mesmos – os nossos interesses e as nossas preocupações sobre o que os outros pensam de nós.
Quando adoramos a Deus, Ele olha mais para os nossos corações do que para as nossas palavras. A Bíblia diz, “…o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração [ou, pensamentos e intenções da pessoa].” (1 Samuel 16:7)
Visto que a adoração envolve o deleite em Deus, ela compromete as suas emoções. Deus deu-nos emoções de modo a podermos adorá-lO com sentimento profundo, mas essas emoções devem ser genuínas, não falsas.
Deus odeia a hipocrisia. Ele não quer exibicionismo ou fantasia ou falsidade na adoração. Ele quer o nosso amor honesto, verdadeiro. Nós podemos adorá-lO sem perfeição, mas não podemos adorá-lO sem sinceridade.
É claro que apenas sinceridade não basta; nós podemos estar sinceramente errados. É por isso que é requerido tanto espírito quanto verdade. A adoração deve ser tanto correcta quanto autêntica. A adoração que agrada a Deus é profundamente emocional e profundamente doutrinal. Nós fazemo-lo respectivamente com os nossos corações e cabeças.
Hoje muitos consideram ser emocionalmente movidos tanto pela música quanto pelo Espírito, mas não é a mesma coisa. A verdadeira adoração acontece quando o nosso espírito responde a Deus, não a um tom musical. Na verdade, alguns cânticos sentimentais, introspectivos impedem a adoração porque desviam os holofotes de Deus, incidindo-os nos nossos sentimentos. A nossa maior distracção na adoração somos nós mesmos – os nossos interesses e as nossas preocupações sobre o que os outros pensam de nós.
(Extracto)
- Rick Warren
- Rick Warren



