Como um cordeiro

william_macdonald.jpg  “…como um cordeiro foi levado ao matadouro ....” (Isa. 53:7b).

     Uma vez vi um cordeiro morrer. Foi um quadro muito comovente, impressionante.

     Quando foi levado ao local da execução, parecia especialmente querido. As crianças teriam gostado muito de o afagar. Os animais jovens de todas as espécies são queridos – gatinhos, cachorritos, franguitos, vitelinhas e potrinhos – porém um cordeiro é especialmente atraente.

     Ao erguer-se ali, revelava um quadro de inocência. A sua lã branca, sem mácula, dava-lhe a aparência de pureza. Era dócil e meigo, impotente e indefeso. Os seus olhos eram especialmente expressivos; falavam de medo, de tristeza e comoção. Não parecia haver nenhuma razão para que algo tão jovem, tão belo devesse ter de morrer.

     Agora as pernas eram-lhe amarradas e o comovente cordeiro era deitado de lado, respirando pesadamente, como se estivesse consciente de morte iminente. Com um movimento hábil, o açougueiro moveu a faca em torno da garganta. O sangue derramou-se sobre a terra. O pequeno corpo foi convulsionado pela agonia da morte, e pouco tempo depois ficou imóvel. O dócil cordeiro tinha morrido.

     Alguns dos espectadores tinham desviado os olhos; era demasiado triste de observar. Outros enxugaram as lágrimas. Ninguém queria falar.

     Pela fé, vejo outro Cordeiro a morrer - o Cordeiro de Deus. É a visão mais bendita, mais impressionante.

     Este Cordeiro é totalmente amável, o principal entre dez mil, o mais formoso dos formosos. Quando Ele é levado ao local da execução, Ele está no auge da vida.

     Ele não é só inocente - Ele é santo, inofensivo, imaculado, separado dos pecadores, sem mancha e sem defeito. Parece não haver razão para que alguém tão puro alguma vez seja condenado à morte.

     Porém os executores levam-No e pregam-No na cruz, mãos e pés. Ali Ele sofre os tormentos e horrores concentrados do inferno como Substituto dos pecadores. Em todo o processo os Seus olhos estão cheios de amor e perdão.

     Agora o tempo do seu sofrimento terminou. Ele liberta o Seu espírito e o Seu corpo pende flácido sobre a cruz. Um soldado trespassa o Seu lado fazendo jorrar sangue e água. O Cordeiro de Deus morreu.

     O meu coração está cheio. Lágrimas abrasantes fluem abundantemente. Eu caio de joelhos e agradeço-Lhe e louvo-O! Só de pensar que  Ele morreu por mim! Eu nunca vou deixar de O amar.    

William MacDonald
One Day at a Time

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