Viver pela Fé

william_macdonald.jpg  “Não digo isto como por necessidade …” (Fil. 4:11).

     É digno de nota que Paulo nunca tenha tornado as suas próprias necessidades financeiras conhecidas. A vida dele foi uma vida de fé. Ele cria que Deus o chamara para o Seu serviço, e estava totalmente convencido de que Deus paga por aquilo que Ele ordena.

     Os Cristãos hoje devem divulgar as suas necessidades ou pedir dinheiro? Eis algumas considerações: Não há nenhuma justificação bíblica para esta prática. Os apóstolos tornavam conhecidas as necessidades dos outros, mas nunca pediam dinheiro para si.

     Parece ser mais consistente com a vida da fé olharmos apenas para Deus. Ele providenciará os fundos necessários para tudo o que Ele quer que façamos. Quando O vemos providenciar exactamente a quantia certa precisamente no momento certo, a nossa fé é muito fortalecida. E Ele é muito glorificado quando a provisão é inegavelmente miraculosa. Por outro lado, ele não recebe o crédito quando manipulamos as nossas próprias finanças através de técnicas inteligentes de angariação de fundos.

     Ao fazer-se uso de apelos e pedidos, podemos realizar obras “para Deus” que podem não ser, de modo algum, da Sua vontade. Ou podemos perpetuar uma obra muito tempo depois do Espírito se ter afastado dela. Mas quando somos dependentes da Sua provisão sobrenatural, somente podemos continuar enquanto Ele provê.

     O apelo de alta pressão introduz uma nova maneira de medir o sucesso na obra Cristã. O que for mais inteligente em relações públicas é o que recebe mais dinheiro. Pode acontecer que obras meritórias sofram porque as campanhas por fundos sorvem o dinheiro. Isso muitas vezes gera inveja e desunião.

     C. H. Mackintosh reprovou que se faça divulgação das necessidades pessoais próprias. "Dar a conhecer as minhas necessidades, directa ou indirectamente, a um ser humano é um desvio da vida da fé, e uma desonra evidente para Deus. Na verdade, significa traí-Lo. É o mesmo que dizer que Deus falhou para comigo, e eu tenho de procurar obter ajuda do meu semelhante. Significa abandonar a fonte de águas vivas e voltar-me para uma cisterna rota. É colocar a criatura entre minha alma e Deus, assim roubando à minha alma a bênção enriquecedora, e a Deus a glória que Lhe é devida".

     Na mesma linha, Corrie Ten Boom escreveu no Tramp for the Lord (Mendigo para o Senhor), "Eu prefiro antes ser uma criança que confia num Pai rico, do que um mendigo à porta dos homens do mundo."
      

William MacDonald
One Day at a Time

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