O regresso do filho rebelde

william_macdonald.jpg     “Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar” (Isa. 55:7).

     O pecador tremente teme que Deus não o receba. O desviado penitente duvida que Deus alguma vez se possa esquecer. Mas o nosso versículo lembra-nos que aqueles que voltam para o Senhor são recebidos com misericórdia abundante e perdão abundante.

     Isso é ilustrado por uma história que vem à tona periodicamente ao longo dos anos - uma história em que os detalhes mudam, mas a mensagem continua viva. Trata-se de um filho rebelde que saiu de casa, foi para Nova York, viveu em pecado e vergonha, tendo acabado por ir parar à cadeia. Após quatro anos de prisão, ele ficou em liberdade condicional e quis desesperadamente ir para casa. Mas foi torturado pelo medo de que o seu pai não o receberia. Ele não conseguia enfrentar a decepção de ser rejeitado.

     Finalmente, ele escreveu ao pai não tendo colocado o endereço remetente. Ele disse que iria no comboio da sexta-feira seguinte. Se a família o quisesse, deveriam amarrar um lenço branco no carvalho do jardim da frente. Se ele não visse o lenço quando o comboio passasse, ele prosseguiria.

     Agora ele está no comboio, com ar taciturno e retraído, temendo o pior. Entretanto, um Cristão senta-se ao lado dele. Depois de várias tentativas frustradas, o Cristão finalmente consegue que ele se abra e conte a sua história. Eles estão a setenta e cinco quilómetros da sua casa. O filho pródigo flutua entre o medo e a esperança. Sessenta quilómetros. Ele pensa na vergonha que trouxe aos seus pais, e como lhes partiu o coração. Quarenta e cinco quilómetros. Os anos desperdiçados passam pela sua mente. Trinta e cinco quilómetros. Quinze quilómetros. Sete quilómetros e meio.

     Por fim a casa avista-se. Ele fica atordoado. O carvalho está coberto de tiras de pano branco, agitados freneticamente com a brisa. Ele levanta-se, pega na mala e prepara-se para descer na estação.

     A árvore, é claro, fala da Cruz. Com os braços estendidos e adornada com inúmeras promessas de perdão, ela acena ao pecador arrependido para que volte para casa. Que boas-vindos à casa do Pai! Que perdão ilimitado, quando o deambulante retorna!  

William MacDonald
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