Lugar dos votos na vida Cristã

william_macdonald.jpg     “Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos: o que votares, paga-o” (Ecl. 5:4).

     Todos nós já ouvimos do homem que, quando se encontra em aperto, faz um voto a Deus. Ele promete que se Deus o libertar confiará n’Ele, amáLo-á e servi-Lo-á para sempre. Porém quando escapa da crise, esquece-se de tudo o que vota e continua a viver a mesma velha vida.

     Qual o lugar dos votos na vida de um Cristão, e que orientações são dadas na Palavra de Deus sobre este assunto?

     Primeiro de tudo, não é necessário fazer votos. Eles não são ordenados e, geralmente, são promessas voluntários feitas ao Senhor como gratidão pelos Seus favores. Assim, lemos em Deuteronómio 23:22: "Porém, abstendo-te de votar, não haverá pecado em ti."

     Em segundo lugar, devemos ter cuidado em não fazer votos precipitados, ou seja, votos que não sejamos capazes de cumprir ou de que nos possamos arrepender mais tarde. Salomão avisa-nos: "Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; pelo que sejam poucas as tuas palavras" (Eclesiastes 5:2).

     Mas se fizermos um voto, devemos ter o cuidado de mantê-lo. "Quando um homem fizer voto ao Senhor, ou fizer juramento, ligando a sua alma com obrigação, não violará a sua palavra: segundo tudo o que saiu da sua boca, fará" (Num. 30:2). "Quando votares algum voto ao Senhor teu Deus, não tardarás em pagá-lo; porque o Senhor teu Deus certamente o requererá de ti, e em ti haverá pecado" (Deuteronómio 23:21).

     É melhor não fazer voto do que votar e não pagar. "Melhor é que não votes do que votes e não pagues" (Eclesiastes 5:5).

     Pode haver casos excepcionais em que será melhor quebrar um voto do que prosseguir nele. Antes da sua conversão, um homem pode ter feito votos numa falsa religião ou numa ordem secreta fraternal. Caso o cumprimento de tais votos seja contrário à Palavra de Deus, então ele deve antes obedecer às Escrituras, mesmo à custa do rompimento de tais votos. Se simplesmente eram votos para não se divulgar alguns segredos, então ele pode permanecer em silêncio em relação aos mesmos pelo resto da sua vida, mesmo depois de romper os laços com a ordem.

     Talvez o voto que hoje seja mais comummente rompido seja o voto do casamento. Promessas solenes feitas na presença de Deus são tratadas como sem importância. Mas o veredicto de Deus permanece de pé: "… Deus exige que a promessa seja cumprida; e é pecado deixar de fazer aquilo que você prometeu" (Deuteronómio 23:21 NTLH).   

William MacDonald
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