Buda e Jesus
“Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fil. 2:10,11).
Queridos amigos,
O meu falecido amigo, Dr. Normal Vincent Peale, uma vez contou uma história muito interessante e desafiadora.
A história é sobre o ex-secretário-geral das Nações Unidas, Dr. U Thant, do país Burma (Birmânia). O Dr. U Thant foi convidada pela Casa Branca em Washington, D.C., para falar a muitos dos líderes dos Estados Unidos. Líderes da Casa dos Representantes, do Senado, do Supremo Tribunal, do Pentágono e de outras agências governamentais estavam presentes.
O Dr. Peale descreve como, depois de o Dr. U Thant ter sido apresentado, ele começou a falar da sua fé em Buda, do seu modelo e mentor, a quem ele havia seguido durante a maior parte da sua vida. Durante uma hora ele exaltou as virtudes de Buda e os benefícios da sua religião. A plateia ouviu com atenção e cortesia.
O Dr. Peale observou que do seu conhecimento a maioria das pessoas presentes na sala se dizia Cristã, e ele interrogou-se se elas teriam a mesma coragem ou arrojo de, em circunstâncias semelhantes, falar com os líderes de outros países por uma hora sobre o nosso Senhor Jesus Cristo.
Dois ministros discutiam recentemente na televisão como no nosso país hoje é politicamente incorrecto proferir o nome precioso e santo, "Jesus". Em praticamente qualquer lugar público, pode-se mencionar o nome de Buda, Alá, Maomé, Confúcio ou qualquer outra figura religiosa, sem que alguém se incomode minimamente com isso. Mas, a simples menção do nome "Jesus", provoca muitas vezes um silêncio perturbador, e muitos irritam-se e ofendem-se. Sem dúvida, os demónios ficam enfurecidos quando ouvem esse nome, e expressam-se através das pessoas.
Há alguns anos atrás tive o privilégio de ser convidado para liderar a oração de abertura numa sessão do Congresso. Na oração eu mencionei o nome de Jesus. Mais tarde, houve um clamor de protesto por parte de alguns, e esse incidente foi relatado nos jornais de grande circulação. Garanto-vos que, se algum outro deus tivesse sido mencionado, não teria havido nenhum protesto. Mas foi uma honra falar do Seu santo Nome, o Nome que está acima de todo nome, e diante do qual todo o joelho se dobrará um dia.
Como a velha canção diz: "Há simplesmente algo naquele Nome." Não nos envergonhemos dele. Todavia, falemos do Nome de Jesus corajosamente a um mundo que precisa desesperadamente d’Ele.
O meu falecido amigo, Dr. Normal Vincent Peale, uma vez contou uma história muito interessante e desafiadora.
A história é sobre o ex-secretário-geral das Nações Unidas, Dr. U Thant, do país Burma (Birmânia). O Dr. U Thant foi convidada pela Casa Branca em Washington, D.C., para falar a muitos dos líderes dos Estados Unidos. Líderes da Casa dos Representantes, do Senado, do Supremo Tribunal, do Pentágono e de outras agências governamentais estavam presentes.
O Dr. Peale descreve como, depois de o Dr. U Thant ter sido apresentado, ele começou a falar da sua fé em Buda, do seu modelo e mentor, a quem ele havia seguido durante a maior parte da sua vida. Durante uma hora ele exaltou as virtudes de Buda e os benefícios da sua religião. A plateia ouviu com atenção e cortesia.
O Dr. Peale observou que do seu conhecimento a maioria das pessoas presentes na sala se dizia Cristã, e ele interrogou-se se elas teriam a mesma coragem ou arrojo de, em circunstâncias semelhantes, falar com os líderes de outros países por uma hora sobre o nosso Senhor Jesus Cristo.
Dois ministros discutiam recentemente na televisão como no nosso país hoje é politicamente incorrecto proferir o nome precioso e santo, "Jesus". Em praticamente qualquer lugar público, pode-se mencionar o nome de Buda, Alá, Maomé, Confúcio ou qualquer outra figura religiosa, sem que alguém se incomode minimamente com isso. Mas, a simples menção do nome "Jesus", provoca muitas vezes um silêncio perturbador, e muitos irritam-se e ofendem-se. Sem dúvida, os demónios ficam enfurecidos quando ouvem esse nome, e expressam-se através das pessoas.
Há alguns anos atrás tive o privilégio de ser convidado para liderar a oração de abertura numa sessão do Congresso. Na oração eu mencionei o nome de Jesus. Mais tarde, houve um clamor de protesto por parte de alguns, e esse incidente foi relatado nos jornais de grande circulação. Garanto-vos que, se algum outro deus tivesse sido mencionado, não teria havido nenhum protesto. Mas foi uma honra falar do Seu santo Nome, o Nome que está acima de todo nome, e diante do qual todo o joelho se dobrará um dia.
Como a velha canção diz: "Há simplesmente algo naquele Nome." Não nos envergonhemos dele. Todavia, falemos do Nome de Jesus corajosamente a um mundo que precisa desesperadamente d’Ele.
Bill Bright



