O amor que Ele merece

william_macdonald.jpg     “… Ele é totalmente desejável. Tal é o meu amado, e tal o meu amigo, ó filhas de Jerusalém” (Cantares de Salomão 5:16).

     O amor devoto, fiel, inabalável da donzela Sulamita pelo seu amado retrata o tipo de amor que devemos ter para o Amante Eterno das nossas almas. Observe as seguintes indicações.

     Primeiro, ela amava tudo a seu respeito. Ela exalta as belezas da sua pele, cabeça, cabelo, olhos, bochechas, lábios, mãos, corpo, pernas, rosto e boca (5:10-16). Nós, é claro, não pensamos nas características físicas do Senhor Jesus, mas devemos ser tão articulados na exaltação das Suas excelências morais.

     Ela pensava nele dia e noite. Quer ela estivesse a trabalhar na vinha, ou a recolher-se à noite, ou mesmo quando sonhava, ele era o único que preenchia a sua visão e ocupava a sua mente. Será bom para nós se o nosso amor pelo Senhor Jesus for tão grande que Ele preencha os nossos corações de manhã à noite.

     Ela só tinha olhos para ele. Outros podiam tentar cortejá-la e conquistá-la com palavras elogiosas de admiração, mas ela redireccionaria os elogios e aplicá-los-ia ao seu amado. Assim, quando a voz do mundo procurar seduzir-nos, devemos dizer:

Ó pompa e glória mundanas, os teus encantos se espalham em vão.
Eu ouvi uma história doce, eu obtive um mais verdadeiro quinhão.
Onde Cristo tem minha morada, ali estão os tesouros meus.
Ali contemplarei Jesus. Ali habitarei com Deus.

     Ela podia falar dele com toda a prontidão. A boca fala da abundância do seu coração. Os seus lábios eram a pena de um ágil escritor. Idealmente, devemos ser capazes de falar do nosso Senhor, mais prontamente e eloquentemente do que sobre qualquer outro assunto. Infelizmente não é sempre assim.

     Ela sentia a sua própria indignidade muito agudamente. Ela desculpou-se da sua aparência desleixada, da sua vulgaridade e da sua insensibilidade para com ele. Quando pensamos na nossa pecaminosidade, na nossa propensão para o desvio, e na nossa desobediência, temos ainda mais razões para nos interrogarmos porque é que Cristo se interessou e interessa por nós.

     A sua grande alegria era estar com ele. Ela suspirava ardentemente pelo momento em que ele a viria reclamar como sua noiva. Com quanto maior anelo devemos aguardar a vinda do Noivo Celestial quando vamos ficar com Ele por toda a eternidade.

     Entretanto, o seu coração parecia ser um prisioneiro desamparado, e ela confessou que estava doente de amor. Ela sente que não se consegue conter mais. Aspiremos ter corações que sejam atraídos por Jesus, e que transbordem de amor por Ele!   

William MacDonald
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