A consciência

william_macdonald.jpg     “Conservando a fé, e a boa consciência …” (1 Tim. 1:19).

     A consciência é um mecanismo de monitorização que Deus deu ao homem para aprovar a conduta correcta e protestar contra o que está errado. Quando Adão e Eva pecaram, as suas consciências condenaram-nos e eles souberam que estavam nus.

     Como todas as outras partes da natureza do homem, a consciência foi afectada pela entrada do pecado, de modo que nem sempre é totalmente confiável. A velha máxima "Deixe a sua consciência ser seu guia" não é uma regra invariável. No entanto, mesmo na pessoa mais depravada, a consciência ainda pisca os seus sinais vermelho e verde.

     No momento da conversão a consciência de uma pessoa é purgada das obras mortas, pelo sangue de Cristo (Hebreus 9:14). Isso significa que ela não depende mais das suas próprias obras para conseguir uma posição favorável diante de Deus. O seu coração é purificado da má consciência (Hb 10:22), porque ele sabe que a questão do pecado foi resolvido de uma vez por todas com a obra de Cristo. A consciência não o condena mais no que diz respeito à culpa e condenação do pecado.

     Doravante, o crente deseja ter uma consciência sem ofensas diante de Deus e do homem (Actos 24:16). Ele deseja ter uma boa consciência (1 Tm 1:5,19; Hebreus 13:18; 1 Pe 3:16). E deseja ter uma consciência pura (1 Tm. 3:9).

     A consciência do crente precisa de ser educada pelo Espírito de Deus através da Palavra de Deus. Desta forma, ele desenvolve uma crescente sensibilidade em áreas questionáveis da conduta cristã.

     Os crentes que são excessivamente escrupulosos em matérias que em si mesmas não são certas nem erradas têm uma consciência fraca. Se eles vão em frente e fazem algo que a sua consciência condena, eles pecam (Rom. 14:23) e contaminam a sua consciência (1 Cor. 8:7).

     A consciência é algo parecido com um elástico. Quanto mais ela é esticada, mais ele perde a sua elasticidade. Além disso, a consciência pode ser sufocada. Um homem pode racionalizar tanto o seu comportamento errado que ele pode fazer com que a consciência diga qualquer coisa que ele quer que ela diga.

     Os descrentes podem ter uma consciência cauterizada (1 Tm. 4:2), como se fosse queimada por um ferro em brasa. Pela rejeição contínua da voz da consciência, eles finalmente chegam ao patamar onde os sentimentos são coisa do passado. O pecado já não os aflige (Ef 4:19).

     Deus responsabiliza os homens por aquilo que fazem com as suas consciências. Nenhuma faculdade dada por Deus pode ser abusada com impunidade.    

William MacDonald
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