As incapacidades de Dwight L. Moody
“… De boa vontade pois me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo” (2 Coríntios 12:9). Caros amigos,
No século XIX, um jovem Cristão ouviu um ensinador bíblico dizer: "O mundo ainda tem de ver o que Deus pode fazer com um homem que se renda totalmente a Ele".
O jovem Cristão disse para si mesmo: "Eu quero ser esse homem." Esse jovem foi Dwight L. Moody, que se tornou num dos maiores evangelistas de todos os tempos, muito antes da rádio e da televisão.
Quando os olhos perscrutadores do Senhor encontraram Moody, eles encontraram um homem cuja "disponibilidade", ultrapassou em muito a sua "capacidade". Porém Deus pode fazer muito com pouco, quando tudo está na posse das Suas mãos.
Moody nasceu em 1837 na pequena cidade de Northfield, Massachusetts, EUA. O seu pai morreu ainda novo, com 41 anos de idade, deixando a sua viúva na pobreza, com uma grande hipoteca sobre a casa.
Os credores apoderaram-se de tudo o que podiam, inclusive a lenha. A srª Moody tentou manter a sua família de nove filhos, não apenas junta, como unida na Escola Dominical.
Quando Dwight fez 17 anos tornou-se num vendedor de sapatos bem sucedido da Loja de Calçado Holton. Moody aceitou a Cristo num compartimento dos fundos da loja de calçado por meio da orientação do seu professor de Escola Dominical. Mais tarde, ele tornou-se activamente envolvido na Igreja Congregacional Plymouth, em Chicago. Como leigo, ele começou a alugar bancos de igreja e a enchê-los com homens e mulheres que ele convidava.
Ele tornou-se no grande evangelista. Mas ele nunca se afastou do seu compromisso simples e das memórias da primeira vez em que se levantou para falar como jovem, quando um dos diáconos lhe garantiu que, na sua opinião, ele serviria melhor a Deus, mantendo-se quieto. Outro crítico elogiou Moody pelo seu zelo, mas instou com ele, dizendo-lhe que ele deveria ter consciência das suas limitações e que não deveria tentar falar em público. "Comete demasiados erros gramaticais."
Moody pacientemente respondeu à preocupação do homem: "Eu sei que cometemos erros, e falta-me muitas coisas, mas estou a fazer o melhor que posso com o que tenho." Depois, olhou calmamente para o homem e perguntou-lhe de modo penetrante: "Olhe aqui, amigo que tem gramática suficiente. O que está a fazer com ela para o Mestre?"
Hoje Deus está procura pessoas que estão dispostas a decidir tomar o que têm e a consagrá-lo totalmente para uso do Mestre.
Talvez um futuro Dwight L. Moody esteja a ler isto agora.
Bill Bright



