Nove homens mudam a América
“… deixai-vos instruir, juízes da terra” (Salmo 2:10). Caros amigos,
Em meados do século XX, todos por si próprios, nove homens trouxeram uma mudança revolucionária à América. Estes nove homens eram membros do Supremo Tribunal dos EUA.
Durante a maior parte da história da nossa nação, os juízes reconheceram que estavam sujeitos a uma lei mais elevada encontrada na Palavra de Deus. O Tribunal via a lei como o presidente Calvin Coolidge a via quando declarou: "Os homens não fazem leis, eles nada fazem senão descobri-las. As leis devem ser justificadas por algo mais do que a vontade da maioria. Elas devem assentar sobre os fundamentos eternos da justiça."
Mas no início de 1947, uma agenda completamente nova apanhou o Tribunal. Em Everson versus Conselho Escolar, o Supremo Tribunal decidiu que a Primeira Emenda erguia um "muro de separação" entre Igreja e Estado que este deveria ser mantido "alto e impenetrável." Surpreendentemente, o Tribunal não citou nenhum precedente de decisões anteriores. O caso foi uma traição oficial à herança Cristã da América.
Nesta decisão histórica, o Tribunal relevou a expressão "separação entre igreja e estado" totalmente fora do contexto de uma única carta de Thomas Jefferson, e sem qualquer documento oficial, mudou o seu intento, tendo totalmente ignorado o contexto da mensagem, das muitas outras palavras de Jefferson, e das muitas declarações de outros Pais Fundadores e de todos os precedentes legais, instituindo este conceito radicalmente novo na lei.
A carta de Jefferson foi dirigida a um grupo de Baptistas que estavam preocupados com um rumor de que uma outra denominação, estava prestes a ser tornada a denominação oficial nacional. Ele escreveu para assegurar-lhes que tal não iria acontecer porque a Primeira Emenda erigia "um muro de separação entre Igreja e Estado." Aquilo, no entanto, estava no contexto de toda a carta, enfatizando que os princípios de Deus permaneceriam no governo, mas que o governo não governaria a igreja.
As palavras "separação entre igreja e estado" não aparecem em qualquer lugar na Constituição dos EUA ou nas emendas. A Primeira Emenda limita-se a afirmar que o Congresso não fará nenhuma lei que estabeleça uma religião ou proíba o seu livre exercício. O propósito da Primeira Emenda foi para impedir o que os Pais Fundadores tinham experimentado na Grã-Bretanha: o controlo do governo por uma denominação única. Naqueles dias, a palavra "religião" era sinónima da frase "denominação Cristã."
O esmagador registo prova que os nossos Pais Fundadores nunca tencionaram que a influência e princípios bíblicos fossem excluídos da vida pública. Tal declínio dramático espiritual na América começou em 1947.
Bill Bright



