Deparando com oposição

bill_bright.jpg      “Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor” (Efésios 4:2).

 

     Caros amigos,

     Um dia um homem abordou-me depois de uma das minhas palestras e, muito incisivamente, exclamou para mim: "Eu não creio em Deus, eu não creio em Cristo, e eu não creio na Bíblia."

     Porém percebi que o seu ataque verbal era apenas uma capa para o seu coração dorido. Ele estava à procura de Deus. Ele estava à espera que eu visse para além da fachada, e Deus deu-me a graça para ver que ele não estava ali para discutir. Senti que ele estava a clamar, "Ajude-me".

     Por isso eu disse: "Porque não nos vamos sentar e conversar? Diga-me o que é que não crê na Bíblia?"

     "Simplesmente não creio nela", insistiu. "Está cheia de todo o tipo de mitos e contradições."

     E eu perguntei, "Já a leu?"

     Ele disse: "Oh, sim, li-a de capa a capa."

     "Bem, mostre-me um problema."

     "Bem, há milhares deles." Ele estava a ficar nervoso.

     "Há quanto tempo leu a Bíblia?" Pressionei.

     "Bem, há muito tempo", disse ele hesitante.

     "Que idade tinha quando a leu?"

     "Tinha 12 anos."

     Ele tinha agora cerca de 19 ou 20 anos de idade. Eu persisti. "Está a deixar que o que leu quando tinha 12 anos influencie a sua decisão para toda a vida?” Eu costumava fazer o mesmo durante os meus dias de agnosticismo. Eu gostava de citar as pessoas sem verificar a fonte por mim mesmo. Então, apresentei-lhe o Evangelho a ele, e ele recebeu Cristo.

     Quando depararmos com oposição no nosso testemunho, que Deus nos dê graça e discernimento para ver para além dos argumentos exteriores, que muitas vezes são apenas uma fachada que esconde feridas interiores de longa data ou preconceitos irracionais. Que sejamos capazes de vê-los através dos olhos do nosso Salvador, que morreu por eles, assim como por nós. Ele anseia que eles creiam n’Ele, e se reconciliem com o seu Criador.

     Os Evangelhos registam muitos encontros pessoais vividos por nosso Senhor. Em cada caso, Ele manifestou graça, amor e sabedoria. As únicas pessoas com quem Ele teve problemas foi com religiosos, pessoas justas aos seus próprios olhos, que estavam prontos a condenar. Ele repreendeu essas pessoas, e revelou grande compaixão para todos os demais.

     Sejamos cuidadosos com as nossas repreensões, mas generosos com a nossa compaixão.

Bill Bright

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