O poder das palavras

bill_bright.jpg      “A morte e a vida estão no poder da língua …” (Provérbios 18:21).

 

     Caros amigos,

     A maioria das pessoas não têm consciência do poder absoluto, para o bem ou para o mal, que são as palavras que deixam sair das suas bocas.

     Há anos atrás, quando eu era miúdo muito pequeno, um vizinho descuidado, mas sem qualquer intenção de prejudicar, disse algumas palavras negativas sobre mim que durante anos tiveram um impacto profundo no meu pensamento. Foi para mim um aviso sobre a importância de se ser cuidadoso com as palavras que usamos em relação aos outros. As palavras negativas deste vizinho afectaram a minha auto-estima. Foi uns anos mais tarde que consegui livrar-me daquilo. Alguém disse: "Não conte os seus críticos; pese-os." Quando tomei consciência que o vizinho estava a ser insensato e descuidado nos seus comentários, aquilo deixou de ter qualquer relevância na minha vida.
 
     Uma jovem universitária regressou a casa no Natal, depois de passar o seu primeiro semestre numa grande universidade do Meio-Oeste Americano. Foi um tempo muito difícil para ela, tanto académica como socialmente. As suas notas foram baixas e ela teve de ser colocada em período de recuperação académica. Oriunda de um ambiente conservador, protegida, totalmente cercada por pessoas da igreja, ela não tinha nenhum conhecimento da licenciosidade e sofisticação mundana dos tempos actuais que povoam as nossas cidades.
 
     Só e com o receio de rejeição dos colegas, ela caiu numa série de tentações pecaminosas que iam contra as suas convicções morais. Uma manhã, pouco depois de voltar para casa, ela quis falar com o seu pastor. Ela travou uma luta enorme.
 
     Quando ela chegou ao escritório da igreja, o pastor convidou-a a entrar "Como está o nosso orgulho e alegria?" perguntou ele calorosamente. "Vai ser bom saber como tens passado."
 
     "Sou uma porcaria", desabafou ela. “Entre bebidas alcoólicas e sexo, eu mal me consigo erguer! "
 
     "O quê? Tu, a jovem Cristã mais estável e madura da nossa igreja! Deverias ter vergonha de ti mesma", replicou ele. Ela saltou da cadeira e correu, saindo pela porta a chorar.
 
     Este pastor insensível perdeu a oportunidade de ser redentor no momento que se revelou condenatório. A sua explosão espontânea de rejeição levou a jovem a afastar-se totalmente. Ela deixou completamente a igreja e voltou-se para um grupo de auto-intitulados intelectuais para obter respostas. Ela foi mais longe no pecado. Não temos notícia de que ela alguma vez tenha voltado para Deus e a igreja.
 
     "Favo de mel são as palavras suaves, doces para a alma, e saúde para os ossos" (Provérbios 16:24).

Bill Bright

Sermões e Estudos

Carlos Oliveira 24ABR26
Perigo despercebido

Tema abordado por Carlos Oliveira em 24 de abril de 2026

Fernando Quental 19ABR26
O perigo de nos tornarmos religiosos

Tema abordado por Fernando Quental em 19 de abril de 2026

Carlos Oliveira 17ABR26
A tua chávena

Tema abordado por Carlos Oliveira em 17 de abril de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:2,3

Estudo realizado em 22 de abril de 2026

ver mais
  • Avenida da Liberdade 356 
    2975-192 QUINTA DO CONDE 





     
  • geral@iqc.pt 
  • Rede Móvel
    966 208 045
    961 085 412
    939 797 455
  • HORÁRIO
    Clique aqui para ver horário