Sentença de morte - cancro ...

David C. Egner (DCE) "Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus (II Coríntios 1:9).

 Ann Jillian ficou aterrorizada quando descobriu uma irregularidade num dos seus seios. Ela imaginou logo o pior. Cancro! Como foi relatado mais tarde no Care Notes, ela passou pelo local de cultos, no caminho para a consulta ao seu médico, alarmada e em estado de choque. Ela viu as seguintes palavras junto à entrada:

O mesmo Pai celestial que cuida de ti hoje, tomará cuidado de ti amanhã e todos os dias. Ele pode proteger-te do sofrimento, ou dar-te forças para o suportar. Fica em paz, e afasta todos os maus pensamentos. 

 Estas palavras em que nunca tinha reparado, foram de muita ajuda para ela. 

 - Até àquele momento - disse - tudo era turbulento. Depois eu... entreguei tudo nas mãos de Deus. É claro que Deus me quer ajudar. 

 Paulo não enfrentava cancro, mas os seus problemas eram tão grandes que "até da vida desesperou" (II Coríntios 1:8). Devemos aprender, exatamente como Paulo aprendeu, onde podemos encontrar auxílio quando o fardo das ameaças de sofrimento e morte nos sobrecarregam. Ele disse: "Tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita dos mortos" (v.9). 

 O desespero desaparece quando confiamos em Deus.

DCE

O Senhor pode livrar-te do sofrimento ou dar-te forças para o suportares.

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