“Tenho uma dúvida sobre algo que creio chamar-se de contextualização da mensagem do Evangelho... gostaria de entender mais sobre isso…”
A contextualização do Evangelho é um conceito que tem vindo a ser popularizado pelas igrejas emergentes do ocidente, o que por si só já é motivo de preocupação. É essencialmente uma tentativa de acomodar a mudança social, cultura, tradição e visões religiosas de outras fés, assim chamadas, na apresentação do Evangelho. A Palavra de Deus é então adaptada, quando preciso, para se moldar a essas áreas de forma mais eficaz a fim de ser ministrada aos outros.
Por exemplo, o muçulmano tem uma visão monoteísta de Alá. Ou seja, há apenas um Deus verdadeiro. A teologia contextualizada questiona se isso é compatível com o Cristianismo, uma vez que este também sustenta uma visão monoteísta de Deus. Com o que parece ser um terreno comum, eles sentem que têm uma porta aberta cooperar. Embora isto seja apenas uma faceta da contextualização, é uma prática questionável na melhor das hipóteses e, em alguns casos, herética.
A Palavra de Deus continua como a autoridade final única em todas as questões de fé e prática. Não precisa do auxílio de conceitos, que só servem para minar as Escrituras. Há um Deus vivo e verdadeiro cujo nome é Jesus Cristo, “porque n’Ele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Col. 2:9). Todos os outros deuses ou visões de deuses são falsidade!
Por Paul M. Sadler