A necessidade da oração intercessória
Por Stephen F. Olford
O Dr. Sidlow Baxter formulou de uma maneira vivida e pungente a necessidade da oração intercessória nas seguintes palavras:
«Precisamos de um avivamento da oração intercessória entre o povo de Deus. Não oramos o suficiente. Além de intensificarem a sua vida íntima de oração, os crentes deveriam unir-se em grupos domésticos para orar a Deus e implorar-Lhe um avivamento no nosso país bem como nos restantes. Neste momento, a nossa necessidade mais premente é pedir a Deus que dê orações mais poderosas a todos que possam interessar-se verdadeiramente pela rápida evangelização de todas as almas que ainda não receberam a mensagem — orações fortes, prevalecentes; crentes, que movam Deus, que derrotem o inferno, que ponham o demónio em debandada, que salvem os pecadores, que santifiquem os crentes, que exaltem Cristo, que suscitem obreiros! — orações que peguem em tudo o que somos e temos e o ofereçam a Deus tal como Jesus, que, no Calvário, teve de dar tudo para nos outorgar o direito de orar.
Mas onde no mundo inteiro obteremos orações que produzam tais resultados? A espécie de orações que Daniel fazia, que abalaram o Império Babilónico de extremo a extremo e deram a Deus Todo-Poderoso o Seu legítimo lugar de destaque; a espécie de orações que Neemias fazia e que levaram os dirigentes a ofertar-lhe homens, dinheiro e materiais para ajudar a reconstruir as muralhas de Jerusalém em ruínas. Foi o próprio Deus quem inspirou a oração de Neemias, oração que transformou Jerusalém numa nova cidade. Fez o Seu servo cair de joelhos sob o fardo de uma grande preocupação por uma Jerusalém em escombros. Parece ser assim que Deus trabalha. E dará Deus hoje esta espécie de oração? Sim, por intermédio do Espírito Santo, Deus pode dar-nos orações comparáveis a furacões que ponham em movimento coisas que, de outro modo, nada poderia impelir.
Temos de obter a oração vinda de Deus — oração com extraordinárias consequências! Orações simplesmente nossas são fúteis e improdutivas. O demónio não receia nada do que o homem faz — em mesmo as suas preces! Só começa a sentir alarme quando a alma principia a oferecer perante Deus orações inspiradas pelo Espírito e nascidas do próprio coração de Deus. É a oração impregnada do próprio sangue e paixão do Filho de Deus, cheia do poder e persistência do Espírito Santo, carregada de uma consciência opressiva da difícil situação da Igreja e da tremenda necessidade do mundo, que põe em movimento as rodas do avivamento!
Deus nos livre de procurarmos mover estas rodas com os nossos próprios esforços! Isso é impossível. Peçamos agora a Deus esta espécie de oração — oração vinda directamente de Deus para desatar todos os nós e para ir ao encontro de todas as necessidades. Quando erguemos a Sua oração posta no nosso espírito, não haverá nada que se pareça com orações sem resposta. Cada oração será tão toda-poderosa como Deus, pois nela estará a Sua própria natureza. As dificuldades que actualmente enfrentamos desaparecerão e não falaremos como se Deus tivesse falido!
Deus tomar-Se-á então visível na nossa vida. O Seu poder atravessar-nos-á em correntes impetuosas de bênção para outros. Em tudo quanto tocarmos ocorrerão milagres. Todas as necessidades serão satisfeitas, e o demónio será derrotado. Que esta chama nascida nos céus seja reacendida no coração dos regenerados no mundo inteiro.»
Mas onde no mundo inteiro obteremos orações que produzam tais resultados? A espécie de orações que Daniel fazia, que abalaram o Império Babilónico de extremo a extremo e deram a Deus Todo-Poderoso o Seu legítimo lugar de destaque; a espécie de orações que Neemias fazia e que levaram os dirigentes a ofertar-lhe homens, dinheiro e materiais para ajudar a reconstruir as muralhas de Jerusalém em ruínas. Foi o próprio Deus quem inspirou a oração de Neemias, oração que transformou Jerusalém numa nova cidade. Fez o Seu servo cair de joelhos sob o fardo de uma grande preocupação por uma Jerusalém em escombros. Parece ser assim que Deus trabalha. E dará Deus hoje esta espécie de oração? Sim, por intermédio do Espírito Santo, Deus pode dar-nos orações comparáveis a furacões que ponham em movimento coisas que, de outro modo, nada poderia impelir.
Temos de obter a oração vinda de Deus — oração com extraordinárias consequências! Orações simplesmente nossas são fúteis e improdutivas. O demónio não receia nada do que o homem faz — em mesmo as suas preces! Só começa a sentir alarme quando a alma principia a oferecer perante Deus orações inspiradas pelo Espírito e nascidas do próprio coração de Deus. É a oração impregnada do próprio sangue e paixão do Filho de Deus, cheia do poder e persistência do Espírito Santo, carregada de uma consciência opressiva da difícil situação da Igreja e da tremenda necessidade do mundo, que põe em movimento as rodas do avivamento!
Deus nos livre de procurarmos mover estas rodas com os nossos próprios esforços! Isso é impossível. Peçamos agora a Deus esta espécie de oração — oração vinda directamente de Deus para desatar todos os nós e para ir ao encontro de todas as necessidades. Quando erguemos a Sua oração posta no nosso espírito, não haverá nada que se pareça com orações sem resposta. Cada oração será tão toda-poderosa como Deus, pois nela estará a Sua própria natureza. As dificuldades que actualmente enfrentamos desaparecerão e não falaremos como se Deus tivesse falido!
Deus tomar-Se-á então visível na nossa vida. O Seu poder atravessar-nos-á em correntes impetuosas de bênção para outros. Em tudo quanto tocarmos ocorrerão milagres. Todas as necessidades serão satisfeitas, e o demónio será derrotado. Que esta chama nascida nos céus seja reacendida no coração dos regenerados no mundo inteiro.»
Um Grito por Reavivamento



