Já se interrogou sobre como seria esta oração se ela fosse respondida enquanto é feita? Ficaria chocado, embaraçado, contrariado, tremelicado, ou mudo?
Uso impróprio da oração
Muitos Cristãos falham em orar aceitavelmente. Eles gratificam as suas vontades. Oram afincadamente para que Deus os guie; apesar de ao mesmo tempo estarem determinados a que Ele guie segundo os seus próprios desejos, mesmo que contrários à Sua vontade revelada. Depois, quando confrontados com a Palavra escrita, dizem: “Mas eu tenho orado muito sobre isto.” Eles até chegam a desafiar Deus, como a jovem que justificou o seu noivado com um jugo desigual, dizendo: Eu pedi ao Senhor que se não fosse da Sua vontade o impedisse de algum modo.” Tal uso impróprio da oração é pior do que superstição; é um sacrilégio, pois a jovem devia ter sabido – provavelmente sabia – que a Palavra escrita de Deus já tinha condenado o que ela queria, pedira e obtivera.O propósito da oração
Por vezes é colocada a questão: Se a vontade e propósito de Deus são imutáveis, qual a razão de se orar? A resposta é simplesmente: Porque o propósito divino, que qualquer resposta à oração tem de representar, inclui a própria oração. Basta que Aquele “que faz todas as coisas, segundo o conselho da Sua vontade” (Efé. 1:11) convide e exorte o Seu povo a chegar “com confiança ao trono da graça” para que “as [suas] petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus” (Heb. 4:16; Fil. 4:6).Empecilhos à Oração (I)
Orar certo é estar certo, agir certo e viver certo. Tudo o que impede a oração impede a santidade. Quando tudo o que nos impede de orar correctamente for removido, o caminho ficará aberto para um avanço rápido na vida espiritual. Se pudéssemos contar, dia a dia, as orações que não alcançam resultado algum, que não beneficiam o homem, nem influenciam a Deus, ficaríamos pasmados ao ver os números.
Empecilhos à Oração (II)
O Pecado Impede a Oração
"Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido" (Salmo 66.18). Os pecados do coração que não são rejeitados, ou que não combatemos para vencer, interrompem a oração. A oração não pode fluir do coração que nutre ou protege o pecado, que abriga pecado de qualquer espécie. O pensamento rebelde ou insensato é pecado; o olhar de cobiça ou lascívia do coração é pecado. Temos de clamar a Deus por um coração puro.
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