Qual é a nossa Grande Comissão? (XLVI)

Cornelius R. StamA NOSSA RESPONSABILIDADE EM REACENDER A TOCHA

     Anos mais tarde a Igreja começou a emergir das trevas e da superstição do Romanismo quando Lutero, Zwínglio, Calvino e outros se levantaram para restabelecerem a verdade Paulina. E, graças a Deus, ainda maiores avanços foram conseguidos com homens tais como Darby e Scofield, e mais tarde, J. C. O´Hair. Mas muito, muito mesmo, está ainda por fazer. Aqueles de nós que agora se encontram a laborar para levar a cabo a comissão que o Senhor glorificado nos deu, que desejam restabelecer e tornar conhecida a bendita mensagem de graça e de glória, terão de orar e de moirejar e de se afadigar e sacrificar como nunca antes para atraírem a atenção e impressionarem as massas indiferentes – incluindo os crentes carnais. Os líderes Cristãos que conhecem a verdade mas mantêm um silêncio discreto porque temem os homens ou “amam o louvor dos homens”, sim, e que falham em proclamar toda a verdade por “amor à diplomacia” – todos eles, terão de lançar fora os seus interesses egoístas se quiserem que a graça de Deus brilhe de novo com o seu verdadeiro grau de esplendor.
 

     Certamente que sabemos que o milénio será estabelecido pelo retorno de Cristo e não pelo esforço dos homens. Mas nós não temos estado a discutir aqui o milénio. Nós temos estado a discutir o programa revelado de Deus para “este presente século mau”, tempo da rejeição e ausência de Cristo, e é mandamento de Deus que tornemos a mensagem da Sua graça conhecida a todos os homens. O facto de haverem “homens maus e enganadores que vão de mal para pior” não nos isenta desta responsabilidade. Não obstante quão espessas possam ser as trevas, devemos “resplandecer como astros no mundo; retendo a Palavra da vida” (Fil. 2:15, 16).

     Como já vimos, a graça de Deus foi uma vez manifestada a todos os homens a despeito da oposição mais acérrima e Satânica. Depois a tocha começou a ficar mortiça até que o mundo mergulhou nos Séculos das Trevas e dificilmente deve ter ficado uma centelha. A seguir, muitos séculos depois, a tocha acendeu-se novamente e começou a arder algo mais vivamente. Mas ainda deve ser mais avivada.

     Nestes tempos críticos não faremos nossa paixão única o conhecer a Palavra de Deus, bem manejada, e o torná-la conhecida aos outros até que a graça de Deus brilhe de novo como uma tocha ardente? Não deveremos pôr de parte todas as outras considerações e dizermos como Paulo:

     “MAS, COMO FOMOS APROVADOS DE DEUS PARA QUE O EVANGELHO NOS FOSSE CONFIADO, ASSIM FALAMOS, NÃO COMO PARA AGRADAR AOS HOMENS, MAS A DEUS, QUE PROVA OS NOSSOS CORAÇÕES” (I Tes. 2:4)?

     Bem cedo o Senhor aparecerá em glória e a nossa obra será manifesta. Agora Ele quer que nós “redimamos o tempo” e que usemos as energias que Deus nos deu para tornarmos conhecida a Sua graça a todos os que a querem ouvir.
 
C. R. Stam

 

Ver anteriores: 

Qual é a nossa Grande Comissão? (XLVII)
Qual é a nossa Grande Comissão? (XLVI)
Qual é a nossa Grande Comissão? (XLV)
Qual é a nossa Grande Comissão? (XLIV)
Qual é a nossa Grande Comissão? (XLIII)
Qual é a nossa Grande Comissão? (XLII)
Qual é a nossa Grande Comissão? (XLI)
Qual é a nossa Grande Comissão? (XL)
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Qual é a nossa Grande Comissão? (I)

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