A nossa fraqueza e o poder de Deus
Quando o nosso Senhor estava na terra Ele curou grande número de pessoas doentes e enfermas. Os crentes em Pentecostes também curaram muitos no nome de Jesus, oferecendo a Israel o Seu retorno do céu na condição de se arrependerem (Act. 3:19-21).Contudo, todos os que eram curados acabavam por sucumbir novamente à enfermidade ou doença física acabando por morrer. Isto acontecia porque o Senhor Jesus tinha sido rejeitado como Rei, não apenas na Sua incarnação mas também na Sua ressurreição. Rom. 8:22,23 declara o resultado como o vemos nos nossos próprios dias:
“... sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adopção, a saber, a redenção do nosso corpo.”
Porém os Cristãos neste “presente século mau” muitas vezes necessitam de enfermidades físicas para serem levados para mais perto de Deus em oração e fé. O próprio Paulo disse:
“... foi-me dado um espinho na carne ... a fim de me não exaltar. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A Minha graça te basta, porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Cor. 12:7-9).
A resposta do Apóstolo a isto revela como bem ele compreendia bem que o sofrimento e a fraqueza são uma parte importante da disciplina Cristã.
“De boa vontade pois me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas ... Porque quando estou fraco então sou forte” (2 Cor. 12:9,10).
“Por isso não desfalecemos: mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia, porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente” (2 Cor. 4:16,17).
Cornelius R. Stam



