Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXV)
O MISTÉRIO (OU SEGREDO) DA VONTADE DE DEUS
Nós avançamos agora do “mistério do evangelho” (Ef. 6:19) para “o mistério da vontade de Deus” (Ef. 1:9); do segredo das boas novas para as boas novas do “segredo”, isto é, o propósito oculto antes de ser revelado ao apóstolo Paulo e por seu intermédio. É a isto que ele se refere nas seguintes palavras:
“Descobrindo-nos O MISTÉRIO DA SUA VONTADE, segundo o Seu beneplácito, que propusera em Si mesmo,
"De tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus, como as que estão na terra” (Ef. 1:9-10).
Nesta passagem, como em muitas outras que Paulo escreveu, a vontade de Deus refere-se ao Seu propósito eterno, e não meramente à Sua vontade em algum detalhe particular, ou à Sua vontade para as nossas vidas. Assim, ele exorta: “Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Ef. 5:17) (Ver também Ef. 1:5-11; Col. 1:9).
Como salientámos, o mistério da vontade de Deus é a reunião de todas as coisas no céu e na terra, em Cristo. Este, contudo, é o Seu propósito final. As coisas todas não seriam reunidas em Cristo de repente. Assim o mistério da vontade de Deus envolveu a introdução dum novo programa, duma nova dispensação.
Em resumo, o mistério, quando relacionado com o presente, é a gloriosa verdade de que Deus sentenciou tanto Judeus como Gentios em incredulidade para poder ter misericórdia de todos (Rom. 11:32) e para poder reconciliar ambos com Deus num corpo pela Cruz (Ef. 23:16).
A posição celestial deste “um só corpo”, as suas bênçãos espirituais, as suas responsabilidades presentes, etc., serão discutidas em capítulos posteriores, porém deve aqui ser declarado que o propósito eterno de Deus, há tanto tempo guardado em segredo, encontra-se directamente ligado ao segredo do Evangelho, pois o levar a cabo deste propósito é a demonstração histórica do facto de que o Cristo que foi crucificado no Calvário é Ele próprio o segredo de todas as boas novas de Deus. Na verdade, foi pela introdução deste propósito há muito escondido que Deus revelou o segredo do Evangelho.
"De tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus, como as que estão na terra” (Ef. 1:9-10).
Nesta passagem, como em muitas outras que Paulo escreveu, a vontade de Deus refere-se ao Seu propósito eterno, e não meramente à Sua vontade em algum detalhe particular, ou à Sua vontade para as nossas vidas. Assim, ele exorta: “Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Ef. 5:17) (Ver também Ef. 1:5-11; Col. 1:9).
Como salientámos, o mistério da vontade de Deus é a reunião de todas as coisas no céu e na terra, em Cristo. Este, contudo, é o Seu propósito final. As coisas todas não seriam reunidas em Cristo de repente. Assim o mistério da vontade de Deus envolveu a introdução dum novo programa, duma nova dispensação.
Em resumo, o mistério, quando relacionado com o presente, é a gloriosa verdade de que Deus sentenciou tanto Judeus como Gentios em incredulidade para poder ter misericórdia de todos (Rom. 11:32) e para poder reconciliar ambos com Deus num corpo pela Cruz (Ef. 23:16).
A posição celestial deste “um só corpo”, as suas bênçãos espirituais, as suas responsabilidades presentes, etc., serão discutidas em capítulos posteriores, porém deve aqui ser declarado que o propósito eterno de Deus, há tanto tempo guardado em segredo, encontra-se directamente ligado ao segredo do Evangelho, pois o levar a cabo deste propósito é a demonstração histórica do facto de que o Cristo que foi crucificado no Calvário é Ele próprio o segredo de todas as boas novas de Deus. Na verdade, foi pela introdução deste propósito há muito escondido que Deus revelou o segredo do Evangelho.
CORNELIUS R. STAM
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