OS ENSINOS DE JESUS
Na controvérsia sobre a "verdade Paulina", não são poucos os Evangélicos que se associam aos Liberais e modernistas no esforço de exaltar "os ensinamentos de Jesus" (durante o Seu ministério terreno), acima da Palavra de Deus por intermédio de Paulo. "O que é que deve ser mais importante para nós," - dizem eles - "as palavras de Jesus, ou as palavras de Paulo?" Mas será que eles fazem esta pergunta porque desejam obedecer sincera e verdadeiramente às '"palavras de Jesus" e vê-las obedecidas? Decerto que não, pois não fazem muito caso do sermão da Montanha no cumprimento que procuram ter da chamada "Grande Comissão". Com respeito ao Sermão da Montanha, não se sujeitam à lei de Moisés (Mat. 5.17-19); não trazem ofertas aos altares de sacrifício (Mat. 5.23,24); não dão gratuitamente a todos os que lhes pedem (Mat. 5.42); não se abstêm de ajuntar tesouros na terra (Mat. 6.19,25,26); não vendem o que têm e dão aos pobres (Luc. 6.30; 12.33).
E apesar de professarem obediência à chamada "Grande Comissão" como "guia de marcha" da Igreja, não proclamam a fé e o baptismo para a salvação (Mar. 16.16); não exercem, nem podem exercer, sinais miraculosos de prodígio (Mar. .16,17,18); não dão ao Judeu o primeiro lugar no seu ministério (Luc. 24.47; Act. 1.8); e, é claro que não ensinam outros a observarem todas as coisas que, na terra, o Messias ordenou (Mat. 28.20; Conferir com Mat. 2 3.1-3). Exaltam os "ensinos de Jesus" (enquanto na terra) acima dos de Paulo, não porque estejam determinados a obedecer a Jesus, mas porque não reconhecem a autoridade dada por Deus a Paulo, como o "apóstolo dos Gentios". Nisto minimizam o que Deus tem glorificado (Rom. 11.13). Exaltam os ensinamentos terrenos de Jesus acima dos ensinos de Paulo porque não têm olhos nem ouvidos para as reivindicações de Paulo frequentemente repetidas e inspiradas pelo Espírito, a saber, que da glória o Senhor falou de novo a ele e por seu intermédio, confiando-lhe "a dispensacão da graça de Deus" e todo o programa inerente a ela, por conseguinte, o programa para o tempo presente. Ler bem: Act. 20.24; 22.5-10; 17-21; 26.12-18; Rom. 11.13; 15.15,16; 16.25,26; I Cor. 3.10; 11.23; 15.3; 2 Cor. 5.16; Gál. 1.11,12; 2.2-9; Efé. 3.1-4, 8,9; 6.I8-20; Fil. 4.9; Col. 1.23-27; I Tes . 4 .15 ; 2 Tes . 3 .14 ; I Tim. 2.5-7; II Tim. 2.7-9; Tito 1.2, 3; etc.).
E apesar de professarem obediência à chamada "Grande Comissão" como "guia de marcha" da Igreja, não proclamam a fé e o baptismo para a salvação (Mar. 16.16); não exercem, nem podem exercer, sinais miraculosos de prodígio (Mar. .16,17,18); não dão ao Judeu o primeiro lugar no seu ministério (Luc. 24.47; Act. 1.8); e, é claro que não ensinam outros a observarem todas as coisas que, na terra, o Messias ordenou (Mat. 28.20; Conferir com Mat. 2 3.1-3). Exaltam os "ensinos de Jesus" (enquanto na terra) acima dos de Paulo, não porque estejam determinados a obedecer a Jesus, mas porque não reconhecem a autoridade dada por Deus a Paulo, como o "apóstolo dos Gentios". Nisto minimizam o que Deus tem glorificado (Rom. 11.13). Exaltam os ensinamentos terrenos de Jesus acima dos ensinos de Paulo porque não têm olhos nem ouvidos para as reivindicações de Paulo frequentemente repetidas e inspiradas pelo Espírito, a saber, que da glória o Senhor falou de novo a ele e por seu intermédio, confiando-lhe "a dispensacão da graça de Deus" e todo o programa inerente a ela, por conseguinte, o programa para o tempo presente. Ler bem: Act. 20.24; 22.5-10; 17-21; 26.12-18; Rom. 11.13; 15.15,16; 16.25,26; I Cor. 3.10; 11.23; 15.3; 2 Cor. 5.16; Gál. 1.11,12; 2.2-9; Efé. 3.1-4, 8,9; 6.I8-20; Fil. 4.9; Col. 1.23-27; I Tes . 4 .15 ; 2 Tes . 3 .14 ; I Tim. 2.5-7; II Tim. 2.7-9; Tito 1.2, 3; etc.).
Cornelius R. Stam



