Dispensações – significado (II)

Assim sendo, precisamos de olhar com muita atenção para as epístolas de Paulo. É nelas que reside o programa de governo para o nosso tempo. É apenas nas suas epístolas que podemos encontrar a doutrina, posição, andar e destino da Igreja. É nos seus escritos que está explanado o programa que nos deve reger no presente. É fazendo o que Ele diz (através do apóstolo Paulo, subentenda-se) que não faremos coisas erradas.
As diferenças, entre as várias dispensações, na Bíblia, são muitas. Até mesmo os próprios termos da salvação são diferentes. Não nos esqueçamos que para Abel ser salvo teve de trazer um cordeiro para sacrificar pelos seus pecados. Hoje para o pecador ser salvo não tem de crer e ser baptizado como há instruções em Marcos 16:16 e Pedro cumpriu escrupulosamente em Actos 2:38, mas tão-somente crer (Actos 16:31) como disse Paulo ao carcereiro de Filipos. O apóstolo Pedro, antes de partir deste mundo foi claro e categórico: “tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada” (2 Pedro 3:15), - “não como preguei em Pentecostes,” podia ter ele acrescentado, requerendo o batismo na água (Atos 2:38).
Este assunto é tão importante que não o devemos ignorar; e temos de o compreender tão bem (Efé. 3:4), que não nos basta simplesmente declará-lo – temos de justificá-lo, ou seja, “demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério (ou dispensação da graça de Deus – Efé. 3:2,3), que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou” (Efé. 3:9).
As diferenças, entre as várias dispensações, na Bíblia, são muitas. Até mesmo os próprios termos da salvação são diferentes. Não nos esqueçamos que para Abel ser salvo teve de trazer um cordeiro para sacrificar pelos seus pecados. Hoje para o pecador ser salvo não tem de crer e ser baptizado como há instruções em Marcos 16:16 e Pedro cumpriu escrupulosamente em Actos 2:38, mas tão-somente crer (Actos 16:31) como disse Paulo ao carcereiro de Filipos. O apóstolo Pedro, antes de partir deste mundo foi claro e categórico: “tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada” (2 Pedro 3:15), - “não como preguei em Pentecostes,” podia ter ele acrescentado, requerendo o batismo na água (Atos 2:38).
Este assunto é tão importante que não o devemos ignorar; e temos de o compreender tão bem (Efé. 3:4), que não nos basta simplesmente declará-lo – temos de justificá-lo, ou seja, “demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério (ou dispensação da graça de Deus – Efé. 3:2,3), que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou” (Efé. 3:9).
- C.M.O.
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