A parábola tripla de Lucas 15 (II)
A OCASIÃO DA PARÁBOLA“E chegavam-se a Ele todos os publicanos e pecadores para O ouvir. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: 'Este recebe pecadores e come com eles’.” (Lucas 15:1-2).
Foi a ideia de justiça própria dos fariseus e escribas que provocou esta parábola tripla. João Baptista tinha exortado estes líderes a produzir frutos dignos de arrependimento (Mateus 3:8), mas eles não viram necessidade de mudar os seus caminhos. Sobre eles lemos: “Mas os fariseus e os doutores da lei rejeitaram o conselho de Deus contra si mesmos, não tendo sido baptizados por ele (João Baptista)” (Lucas 7:30).
A sua presunção era quase inacreditável. Numa ocasião, o homem a quem o Senhor tinha curado da sua cegueira de nascença ousou dizer-lhes: “Se Este não fosse de Deus, nada poderia fazer”, ao que eles responderam muito irritados: “Tu és nascido todo em pecados e nos ensinas a nós?” (João 9:33-34). Como se eles não tivessem nascido em pecados!
E agora eles murmuram contra o Senhor por receber pecadores e comer com eles. Claro que eles não eram pecadores! (ironia) E eles tinham um surpreendente número de seguidores em Israel: justos aos seus próprios olhos, satisfeitos consigo mesmos, não sentindo necessidade de arrependimento.
Foi esta a situação que originou a parábola tripla da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho pródigo.
A sua presunção era quase inacreditável. Numa ocasião, o homem a quem o Senhor tinha curado da sua cegueira de nascença ousou dizer-lhes: “Se Este não fosse de Deus, nada poderia fazer”, ao que eles responderam muito irritados: “Tu és nascido todo em pecados e nos ensinas a nós?” (João 9:33-34). Como se eles não tivessem nascido em pecados!
E agora eles murmuram contra o Senhor por receber pecadores e comer com eles. Claro que eles não eram pecadores! (ironia) E eles tinham um surpreendente número de seguidores em Israel: justos aos seus próprios olhos, satisfeitos consigo mesmos, não sentindo necessidade de arrependimento.
Foi esta a situação que originou a parábola tripla da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho pródigo.
- Cornelius R. Stam
(Continua)
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A parábola tripla de Lucas 15 (I)
A parábola tripla de Lucas 15 (II)
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A parábola tripla de Lucas 15 (V)
A parábola tripla de Lucas 15 (VI)
A parábola tripla de Lucas 15 (VII)
A parábola tripla de Lucas 15 (VIII)
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A parábola tripla de Lucas 15 (X)
A parábola tripla de Lucas 15 (XI)



