A razão de Paulo ter dito a Timóteo para manejar bem a Palavra da verdade
“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade.” – 2 Timóteo 2:15
Talvez tenhas ouvido este versículo usado como slogan para o estudo da Bíblia, ou mesmo para o estudo dispensacional da Bíblia, mas porque é que Paulo disse a Timóteo para manejar bem a Palavra da verdade?
O que é que Paulo quer dizer com "maneja bem a palavra da verdade"?
No versículo imediatamente anterior a este mandamento, ficamos a saber que havia contendas acerca de palavras de Deus que subvertiam os ouvintes e destruíam a sua fé.
“Traze estas coisas à memória, ordenando-lhes diante do Senhor que não tenham contendas de palavras, que para nada aproveitam e são para perversão dos ouvintes.” – 2 Timóteo 2:14
O mandamento de Paulo para manejar bem a Palavra da verdade tinha a intenção de resgatar esses homens da subversão, avivando-lhes “a memória".
Memória de quê? Aparentemente era a memória do Evangelho de Paulo.
“Considera o que digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo. Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de David, ressuscitou dos mortos, segundo o meu Evangelho … "- 2 Timóteo 2:7-8
Eles deveriam lembrar-se que Paulo foi designado pregador, apóstolo e doutor dos gentios, e eles deveriam continuar no que tinham aprendido com ele (2 Tm 1: 11-13).
O Evangelho de Paulo dá a explicação completa sobre o propósito da morte e ressurreição de Cristo, que estava escondido desde o começo do mundo, mas que tinha sido incumbido a Paulo de pregar.
“Que nos salvou, … segundo o Seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; e que é manifesta agora … para o que fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios …” – 2 Timóteo 1:8-11
Paulo suportou muita dificuldade ao pregar o mistério do Evangelho que lhe foi confiado pelo Senhor (1 Tm 1:11; 1 Cor 9:17; Efésios 6: 19-20).
Pela graça de Deus, ele insistia para que todos os homens beneficiassem da vida eterna e das riquezas da graça de Deus de acordo com o seu Evangelho. Era só com o Evangelho de Paulo que os homens poderiam agora obter esse benefício em Cristo.
Timóteo possuía a mesma comissão de Paulo (1 Tm 6: 20-21), mas, em vez de os ouvintes beneficiarem, eles estavam a ser subvertidos.
Alguns homens desejavam ser mestres da lei que Paulo denominou de futilidade (1 Tm 1:5-9). Outros ensinavam sacrilégio ao negarem a ressurreição.
A Palavra da verdade bem manejada deveria ter trazido todos os homens ao entendimento da vontade de Deus. O oposto havia acontecido, por causa da doutrina errada.
Timóteo enfrentou pressão para mudar a doutrina que ele tinha aprendido de Paulo, e, talvez, seguir os ensinamentos de Moisés, Jesus nos termos da lei, ou a circuncisão.
Paulo exortou Timóteo a não se envergonhar dele, nem da mensagem da graça que ele aprendeu com ele, mas a ser forte na graça (2 Tm 1: 8; 2 Tm 1:13; 2 Tm 2: 1).
Paulo é famoso por colocar a seguinte questão: “persuado eu agora a homens ou a Deus?” Aqui, Paulo não deixa Timóteo responder à pergunta, mas fornece ele próprio a resposta.
“Procura apresentar-te [ou, estuda para te apresentares (Versão AV)]a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar … “ – 2 Timóteo 2:15
Nós estudamos para nos apresentarmos a Deus aprovados, não aos homens.
Não havia nenhuma razão para Timóteo recuar ou envergonhar-se de Paulo ou da sua mensagem de graça, mesmo que isso significasse que ele tivesse de sofrer a inconveniência de desagradar e ordenar a alguns homens que ficassem quietos e “não ensinassem outra doutrina” (1 Tim 1:3).
Timóteo era um ensinador da verdade, um obreiro do Senhor, e ele precisava de ser provado nisso. Ele seria um obreiro que não teria de se envergonhar se fizesse uma coisa:
“… manejasse bem a Palavra da verdade” – 2 Timóteo 2:15
Manejá-la bem perante a luta e doutrina errada que existiam. Conserva o modelo das sãs palavras!
Paulo ordena a Timóteo que permaneça firme na fé que ele aprendeu dele (2 Tm 3:14); que fale das coisas que ele ouviu dele, e não dos mestres da lei, da circuncisão, de futilidades e sacrilégio.
Permitir as lutas e oposições contra a doutrina de Paulo não seria apenas errado, mas prejudicial para os ouvintes. Significaria manejar mal a Palavra. Impediria os ouvintes de compreender a vontade de Deus.
Deveria manejar bem a Palavra da verdade para benefício, proveito, dos ouvintes. Se a misturasse com confusão, e tolerasse o profano, a fé seria derrubada.
Paulo disse a Timóteo para, da parte do Senhor, dar às pessoas o que está certo, e afastar-se do que estava errado. Isso pode ser difícil quando o que está certo não é o que as pessoas querem.
Manejar bem significa separação da doutrina errada para defender o que está certo e traz benefício aos ouvintes.
“Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade.” – 2 Timóteo 2:16
A Palavra da verdade revelada a Paulo para a igreja hoje é o que está certo, e qualquer doutrina contrária ao que o Senhor lhe revelou para hoje está errado.
É por isso que Paulo incitou Timóteo a manejar bem a Palavra da verdade. Incapacidade para o fazer resultaria em fracasso na fé daqueles a quem ele ministrava.
“Traze estas coisas à memória, ordenando-lhes diante do Senhor que não tenham contendas de palavras, que para nada aproveitam e são para perversão dos ouvintes.” – 2 Timóteo 2:14
O mandamento de Paulo para manejar bem a Palavra da verdade tinha a intenção de resgatar esses homens da subversão, avivando-lhes “a memória".
Memória de quê? Aparentemente era a memória do Evangelho de Paulo.
“Considera o que digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo. Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de David, ressuscitou dos mortos, segundo o meu Evangelho … "- 2 Timóteo 2:7-8
Eles deveriam lembrar-se que Paulo foi designado pregador, apóstolo e doutor dos gentios, e eles deveriam continuar no que tinham aprendido com ele (2 Tm 1: 11-13).
O Evangelho de Paulo dá a explicação completa sobre o propósito da morte e ressurreição de Cristo, que estava escondido desde o começo do mundo, mas que tinha sido incumbido a Paulo de pregar.
“Que nos salvou, … segundo o Seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; e que é manifesta agora … para o que fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios …” – 2 Timóteo 1:8-11
Paulo suportou muita dificuldade ao pregar o mistério do Evangelho que lhe foi confiado pelo Senhor (1 Tm 1:11; 1 Cor 9:17; Efésios 6: 19-20).
Pela graça de Deus, ele insistia para que todos os homens beneficiassem da vida eterna e das riquezas da graça de Deus de acordo com o seu Evangelho. Era só com o Evangelho de Paulo que os homens poderiam agora obter esse benefício em Cristo.
Timóteo possuía a mesma comissão de Paulo (1 Tm 6: 20-21), mas, em vez de os ouvintes beneficiarem, eles estavam a ser subvertidos.
Alguns homens desejavam ser mestres da lei que Paulo denominou de futilidade (1 Tm 1:5-9). Outros ensinavam sacrilégio ao negarem a ressurreição.
A Palavra da verdade bem manejada deveria ter trazido todos os homens ao entendimento da vontade de Deus. O oposto havia acontecido, por causa da doutrina errada.
Timóteo enfrentou pressão para mudar a doutrina que ele tinha aprendido de Paulo, e, talvez, seguir os ensinamentos de Moisés, Jesus nos termos da lei, ou a circuncisão.
Paulo exortou Timóteo a não se envergonhar dele, nem da mensagem da graça que ele aprendeu com ele, mas a ser forte na graça (2 Tm 1: 8; 2 Tm 1:13; 2 Tm 2: 1).
Paulo é famoso por colocar a seguinte questão: “persuado eu agora a homens ou a Deus?” Aqui, Paulo não deixa Timóteo responder à pergunta, mas fornece ele próprio a resposta.
“Procura apresentar-te [ou, estuda para te apresentares (Versão AV)]a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar … “ – 2 Timóteo 2:15
Nós estudamos para nos apresentarmos a Deus aprovados, não aos homens.
Não havia nenhuma razão para Timóteo recuar ou envergonhar-se de Paulo ou da sua mensagem de graça, mesmo que isso significasse que ele tivesse de sofrer a inconveniência de desagradar e ordenar a alguns homens que ficassem quietos e “não ensinassem outra doutrina” (1 Tim 1:3).
Timóteo era um ensinador da verdade, um obreiro do Senhor, e ele precisava de ser provado nisso. Ele seria um obreiro que não teria de se envergonhar se fizesse uma coisa:
“… manejasse bem a Palavra da verdade” – 2 Timóteo 2:15
Manejá-la bem perante a luta e doutrina errada que existiam. Conserva o modelo das sãs palavras!
Paulo ordena a Timóteo que permaneça firme na fé que ele aprendeu dele (2 Tm 3:14); que fale das coisas que ele ouviu dele, e não dos mestres da lei, da circuncisão, de futilidades e sacrilégio.
Permitir as lutas e oposições contra a doutrina de Paulo não seria apenas errado, mas prejudicial para os ouvintes. Significaria manejar mal a Palavra. Impediria os ouvintes de compreender a vontade de Deus.
Deveria manejar bem a Palavra da verdade para benefício, proveito, dos ouvintes. Se a misturasse com confusão, e tolerasse o profano, a fé seria derrubada.
Paulo disse a Timóteo para, da parte do Senhor, dar às pessoas o que está certo, e afastar-se do que estava errado. Isso pode ser difícil quando o que está certo não é o que as pessoas querem.
Manejar bem significa separação da doutrina errada para defender o que está certo e traz benefício aos ouvintes.
“Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade.” – 2 Timóteo 2:16
A Palavra da verdade revelada a Paulo para a igreja hoje é o que está certo, e qualquer doutrina contrária ao que o Senhor lhe revelou para hoje está errado.
É por isso que Paulo incitou Timóteo a manejar bem a Palavra da verdade. Incapacidade para o fazer resultaria em fracasso na fé daqueles a quem ele ministrava.
Justin Johnson



