Porque não posso praticar o Batismo na Água? (I)



1 Coríntios 1:
12 Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolos, e eu de Cefas, e eu de Cristo.
13 Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo?
14 Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio.
15 Para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome.
16 E batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro.
17 Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã.
Ler mais …Foi para evitar o sectarismo que Paulo batizou poucos crentes?

Num debate recentemente efetuado no Facebook sobre o batismo na água, um ancião de uma igreja evangélica, justificou a prática deste rito hoje, dizendo textualmente:
“Jesus mandou (ponto final) cumpra-se e obedeça-se ao mandado de Jesus”.
Este argumento, usualmente usado pelos batistas hodiernos e aparentemente forte, reveste-se, vista bem a coisa, de enorme fraqueza.
Porquê?
Ler mais …Batismo na água - A fraqueza de um argumento aparentemente forte

O Significado de "eis" em Atos 2:38
Muitos dos que praticam o batismo na água hoje dizem que este não é para perdão de pecados e, portanto, não salva, pois uma tal afirmação não seria compatível com a mensagem do Evangelho da graça em que creram, o qual elimina quaisquer “obras de justiça” (Tito 3:5). No entanto não têm nenhum texto bíblico que suporte o que dizem, pois os vários textos da Bíblia, que se referem ao propósito do batismo na água, afirmam claramente que este é “para perdão, ou remissão, de pecados” (Marcos 1:4; Lucas 3:3; Atos 2:38; Atos 22:16) e, portanto, para a salvação (Marcos 16:16). 1

O propósito das línguas em Corinto
A seguir, precisamos de considerar o propósito do dom de línguas em Corinto. Citando o apóstolo Paulo, "as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis"(I Coríntios. 14:22). É claro que as línguas não eram um sinal para os descrentes em geral, mas especificamente para os incrédulos em Israel, pois "os Judeus pedem sinal" (I Coríntios. 1:22), e a igreja de Corinto estava "junto da sinagoga" em Corinto (Actos 18:1-7). E foi assim que a presença do dom de línguas na igreja em Corinto era um sinal para os Judeus incrédulos na sinagoga vizinha.
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