Um Guia Para a Piedade (VIII)
"Não reine portanto o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências" (Rm.6:12).
Antes de sermos salvos, o pecado reinava nas nossas vidas, mas não da forma simbólica como os reis de hoje reinam. Os reis na época da Bíblia eram verdadeiros déspotas e é neste sentido que o pecado reinava nas nossas vidas como incrédulos. O pecado tinha sobre o nosso ser domínio absoluto! Nesse tempo, não tínhamos opção sobre a matéria, uma vez que tudo o que fazíamos era pecado. Mas agora, apesar de o melhor crente poder cair no pecado, não temos necessidade de deixar que o pecado reine nas nossas vidas!
Cremos que Paulo menciona o nosso corpo "mortal" aqui para lembrar-nos que apesar do nosso espírito estar salvo da morte eterna, o nosso corpo mortal ainda está sujeito à morte física e o pecado acelera a morte! Por exemplo, a bebedeira constante destruirá nossa saúde. Quando o pecado avança a nível criminal, tal actividade criminosa aumenta a possibilidade de sermos mortos a tiro pela polícia ou condenados à morte pelos tribunais. E mesmo que nunca sejamos apanhados e trazidos à justiça, o medo constante de ser preso causa stress - um contribuinte bem conhecido para a tensão alta e as doenças de coração. E este medo de ser apanhado é algo que afecta até os mentirosos e outros transgressores menores. Não espanta que Paulo afirme noutro lugar, que a obediência aos pais que nos advertem sobre o pecado, promove a longevidade (Ef.6:1-3), e também não espanta que ele mencione aqui a nossa mortalidade para nos encorajar a evitar estas ameaças assassinas comummente conhecidas como pecados.
"Nem tão pouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça" (Rm.6:13).
Quando éramos incrédulos e tínhamos que pecar porque tudo o que fazíamos era pecado, não estávamos a submeter-nos ao pecado, porque a submissão sugere que temos uma escolha. Estávamos antes a obedecer a um supremo déspota que tinha domínio absoluto sobre o nosso ser. Mas agora podemos fazer o que não podíamos fazer anteriormente quando éramos um daqueles "não há quem faça o bem", a respeito dos quais Paulo escreve em Romanos 3:12. Agora podemo-nos submeter a Deus.
Antigamente quando os prisioneiros eram forçados a partir pedras o dia todo, um prisioneiro que fazia isto não estava a submeter-se ao guarda - estava a obedecer-lhe. Mas se depois de cumprir a sua pena um ex-condenado decidisse fazer uma visita à prisão e o guarda lhe pedisse para partir algumas pedras para o ajudar a atingir a sua quota diária, ele estaria a submeter-se a tal pedido. É claro que este homem seria doido se fizesse isto! E o mesmo é verdade com os crentes que se submetem ao pecado depois de Cristo ter pago a nossa dívida, embora, infelizmente, só nos lembremos disto depois do facto ter ocorrido.
Deveríamos preferir submetermo-nos a Deus "como vivos dentre os mortos". Mas onde podemos encontrar um modelo para isto? Houve oito pessoas que foram ressuscitadas da morte nas Escrituras, mas a Bíblia quase não fala nada das suas vidas depois que foram ressuscitadas. Talvez isso seja uma omissão propositada da parte de Deus, deixando somente o exemplo pós-ressurreição do Senhor como nosso modelo. Possa cada um de nós sair-se melhor do que Ezequias, que não foi levantado dos mortos, mas recebeu uma nova oportunidade na vida depois de adoecer com uma doença mortal (II Re.20:1-6). Como é triste ler que "não correspondeu Ezequias ao benefício que se lhe fez" (II Cr.32:24-25). Que estas palavras não sejam ditas de nós no Tribunal de Cristo, onde se ajuizará como servimos ao Senhor com a nova vida que foi nos dada à luz de tudo que Ele fez por nós.
Sabemos isto da vida após a morte: de acordo com a crendice somente um fantasma permanece perto da sua antiga "assombração" na tentativa de viver novamente a antiga vida que gozava antes de morrer. Um homem ressurrecto dá ouvidos à admoestação de Paulo de buscar "as coisas que são de cima" e pensar "nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra" (Col.3:1-2). Que Deus nos ajude semelhantemente a esquecermo-nos das "coisas que atrás ficam" (Fp.3:13).
Cremos que Paulo menciona o nosso corpo "mortal" aqui para lembrar-nos que apesar do nosso espírito estar salvo da morte eterna, o nosso corpo mortal ainda está sujeito à morte física e o pecado acelera a morte! Por exemplo, a bebedeira constante destruirá nossa saúde. Quando o pecado avança a nível criminal, tal actividade criminosa aumenta a possibilidade de sermos mortos a tiro pela polícia ou condenados à morte pelos tribunais. E mesmo que nunca sejamos apanhados e trazidos à justiça, o medo constante de ser preso causa stress - um contribuinte bem conhecido para a tensão alta e as doenças de coração. E este medo de ser apanhado é algo que afecta até os mentirosos e outros transgressores menores. Não espanta que Paulo afirme noutro lugar, que a obediência aos pais que nos advertem sobre o pecado, promove a longevidade (Ef.6:1-3), e também não espanta que ele mencione aqui a nossa mortalidade para nos encorajar a evitar estas ameaças assassinas comummente conhecidas como pecados.
"Nem tão pouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça" (Rm.6:13).
Quando éramos incrédulos e tínhamos que pecar porque tudo o que fazíamos era pecado, não estávamos a submeter-nos ao pecado, porque a submissão sugere que temos uma escolha. Estávamos antes a obedecer a um supremo déspota que tinha domínio absoluto sobre o nosso ser. Mas agora podemos fazer o que não podíamos fazer anteriormente quando éramos um daqueles "não há quem faça o bem", a respeito dos quais Paulo escreve em Romanos 3:12. Agora podemo-nos submeter a Deus.
Antigamente quando os prisioneiros eram forçados a partir pedras o dia todo, um prisioneiro que fazia isto não estava a submeter-se ao guarda - estava a obedecer-lhe. Mas se depois de cumprir a sua pena um ex-condenado decidisse fazer uma visita à prisão e o guarda lhe pedisse para partir algumas pedras para o ajudar a atingir a sua quota diária, ele estaria a submeter-se a tal pedido. É claro que este homem seria doido se fizesse isto! E o mesmo é verdade com os crentes que se submetem ao pecado depois de Cristo ter pago a nossa dívida, embora, infelizmente, só nos lembremos disto depois do facto ter ocorrido.
Deveríamos preferir submetermo-nos a Deus "como vivos dentre os mortos". Mas onde podemos encontrar um modelo para isto? Houve oito pessoas que foram ressuscitadas da morte nas Escrituras, mas a Bíblia quase não fala nada das suas vidas depois que foram ressuscitadas. Talvez isso seja uma omissão propositada da parte de Deus, deixando somente o exemplo pós-ressurreição do Senhor como nosso modelo. Possa cada um de nós sair-se melhor do que Ezequias, que não foi levantado dos mortos, mas recebeu uma nova oportunidade na vida depois de adoecer com uma doença mortal (II Re.20:1-6). Como é triste ler que "não correspondeu Ezequias ao benefício que se lhe fez" (II Cr.32:24-25). Que estas palavras não sejam ditas de nós no Tribunal de Cristo, onde se ajuizará como servimos ao Senhor com a nova vida que foi nos dada à luz de tudo que Ele fez por nós.
Sabemos isto da vida após a morte: de acordo com a crendice somente um fantasma permanece perto da sua antiga "assombração" na tentativa de viver novamente a antiga vida que gozava antes de morrer. Um homem ressurrecto dá ouvidos à admoestação de Paulo de buscar "as coisas que são de cima" e pensar "nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra" (Col.3:1-2). Que Deus nos ajude semelhantemente a esquecermo-nos das "coisas que atrás ficam" (Fp.3:13).



