Dr. James Dobson responde a uma pergunta sobre disciplina de crianças
Pergunta: Parece ser simplesmente selvagem provocar dor numa criança indefesa. Será saudável dar um açoite numa criança?
Dr. James Dobson responde: O castigo físico, quando utilizado de forma amorosa e adequada, é benéfico para uma criança porque está em harmonia com a própria natureza. Considere o propósito de dores menores na vida de uma criança e como ela aprende com a dor. Suponha que o Pedrito, de dois anos, puxa uma toalha de mesa, de modo que o vaso de rosas, que está nela, lhe caia na cabeça. Com essa dor, ele aprende que é perigoso puxar a toalha da mesa, a menos que saiba o que está sobre ela. Quando toca num forno quente, ele aprende rapidamente que o calor tem de ser respeitado. Mesmo que chegue a viver cem anos, nunca mais tentará tocar num forno. Ele aprende a mesma lição quando puxa a cauda do cão e é mordido na mão, ou quando sai do assento de bebé quando a mãe está distraída e acaba por descobrir a lei da gravidade.
Durante os anos de infância, ele acumula tipicamente galos, pisaduras, arranhões e queimaduras menores, cada uma destas coisas ensinando-o sobre os limites da vida. Será que estas experiências tornam-no uma pessoa violenta? Não! A dor associada a estes eventos ensina-o a evitar cometer os mesmos erros novamente. Deus criou este mecanismo como um valioso instrumento de instrução.
Quando um pai ou uma mãe administra uma surra razoável em resposta a uma desobediência deliberada, uma mensagem sem palavras está a ser dada à criança. Ela precisa de entender que não há apenas perigos no mundo físico que devem ser evitados. Ela também precisa de estar atenta aos perigos do seu mundo social, tais como desafio, desrespeito, egoísmo, birras, conduta que coloca a vida dela em perigo, aquilo que magoa os outros, etc. As dores menores associadas a esse mau comportamento tendem a inibi-lo, exactamente como o desconforto opera para moldar o comportamento no mundo físico. Essas dores não lhe ensinamo ódio, nem trazem como consequência a rejeição, nema a tornam mais violenta.
Aliás, as crianças que experimentam o castigo físico de pais amorosos não têm dificuldade em entender o seu significado. Recordo os meus bons amigos Art e Ginger Shingler, que tinham quatro belos filhos de que eu gostava muito. Um deles passou por um período em que ele estava mesmo a “pedi-las”. O conflito estalou num restaurante, quando o menino continuou a fazer tudo o que podia para ser mal-educado. Finalmente, Art levou-o ao estacionamento para lhe dar um açoite. Uma mulher que passava por ali observou o evento e indignou-se. Ela criticou o pai por “abusar” do filho e disse que tinha a intenção de participar à polícia. Com isso, o menino deixou de chorar e disse ao pai: “Qual é o problema com aquela mulher, pai?” Ele entendia a disciplina, muito embora a mulher que queria o “resgatar” não entendesse. Um menino ou menina que sabe que o amor abunda no lar não sentirá qualquer ressentimento de um açoite bem merecido. Alguém que não recebe amor ou é ignorado odiará qualquer forma de disciplina!
Durante os anos de infância, ele acumula tipicamente galos, pisaduras, arranhões e queimaduras menores, cada uma destas coisas ensinando-o sobre os limites da vida. Será que estas experiências tornam-no uma pessoa violenta? Não! A dor associada a estes eventos ensina-o a evitar cometer os mesmos erros novamente. Deus criou este mecanismo como um valioso instrumento de instrução.
Quando um pai ou uma mãe administra uma surra razoável em resposta a uma desobediência deliberada, uma mensagem sem palavras está a ser dada à criança. Ela precisa de entender que não há apenas perigos no mundo físico que devem ser evitados. Ela também precisa de estar atenta aos perigos do seu mundo social, tais como desafio, desrespeito, egoísmo, birras, conduta que coloca a vida dela em perigo, aquilo que magoa os outros, etc. As dores menores associadas a esse mau comportamento tendem a inibi-lo, exactamente como o desconforto opera para moldar o comportamento no mundo físico. Essas dores não lhe ensinamo ódio, nem trazem como consequência a rejeição, nema a tornam mais violenta.
Aliás, as crianças que experimentam o castigo físico de pais amorosos não têm dificuldade em entender o seu significado. Recordo os meus bons amigos Art e Ginger Shingler, que tinham quatro belos filhos de que eu gostava muito. Um deles passou por um período em que ele estava mesmo a “pedi-las”. O conflito estalou num restaurante, quando o menino continuou a fazer tudo o que podia para ser mal-educado. Finalmente, Art levou-o ao estacionamento para lhe dar um açoite. Uma mulher que passava por ali observou o evento e indignou-se. Ela criticou o pai por “abusar” do filho e disse que tinha a intenção de participar à polícia. Com isso, o menino deixou de chorar e disse ao pai: “Qual é o problema com aquela mulher, pai?” Ele entendia a disciplina, muito embora a mulher que queria o “resgatar” não entendesse. Um menino ou menina que sabe que o amor abunda no lar não sentirá qualquer ressentimento de um açoite bem merecido. Alguém que não recebe amor ou é ignorado odiará qualquer forma de disciplina!



